sábado, 24 de outubro de 2015

Guarabira, 03/01/2016


Um jovem frei !!!

Jovem pastor,vieste apascentar as ovelhas do Senhor,
Jovem homem, capaz de nos trazer e ensinar a fazer o bem,
Jovem adolescente, nos entusiasma o seu espírito contente
Jovem menino, realiza as missas com amor, nos faz chegar ao Divino

Quem és tu, tão jovem Frei?
 Tão sábio em suas pregações
 Explica-nos a Palavra do nosso Rei,
desfazendo a dureza dos corações

Inspirado por Jesus Cristo nos ensina a usar a fé
 Sua clareza ao falar abre os entendimentos
Reanima o desejo de ir buscar Javé
Marcando o domingo com belíssimos momentos

Tu és um amigo confessor, um confessor amigo
Descreve-nos com detalhes o que é ser joio
Para desejarmos ser um belo trigo 
E subirmos a Jesus, todos num comboio 
        
Eis que lá vem ele
Tão excelente professor
Os alunos vêm para através dele
Ouvir as palavras de Vida do Senhor
E o que falar do teu senso de humor?
Sua alegria é contagiante,
Os sorrisos provocados por ti, orador
Fazem de ti uma pessoa marcante

Dedicado, paciente e atencioso
A tudo fazes com muito carinho
 Capuchinho tão bondoso
Deixa até filar no jornalzinho

Contigo vieram 3 jóias preciosas
Franklin, Nunes e Jorge tão notáveis
Felizes somos de ter suas presenças graciosas                                     
Freis muito queridos e amáveis

Jorge,amigo fiel até o fim
O mal, quando o vê, sai correndo
Ao ouvir sua voz de Serafim
“Pode vir quente que eu estou fervendo !”

Nós aqui, pequenos aprendizes de Jesus
Maravilhados ficamos com as passagens bíblicas
Queremos do Nosso Senhor a Vossa Luz
Copiar vossas obras e torná-las públicas


Quem de nós imaginaria
 Que viveríamos um tempo gáudio?                                                                                            
Um presente de Deus chegaria
Para sempre, o nosso amigo, Frei Cláudio !!

Esse poema é uma homenagem pelas edificações da fé realizadas em muitas famílias através das missas dos freis capuchinhos que a comunidade católica de Guarabira ganhou !!!             Agradece Valéria Barreto e toda a assembleia católica guarabirense!!     





A/DEUS, Detinha

            Você partiu, assim, inesperadamente. Sem até logo , sem despedida ou adeus.
Pegou uma cidade inteira de surpresa. Ninguém esperava por isso, até porque não era do seu feitio alardear  suas atitudes, causando impacto com o seus feitos.
            Você se foi silenciosamente, sem alarde, assim como viveu.  Os seus atos não eram anunciados com uma trombeta, mas, diríamos, como um violino, suavemente.
            No consegui esquecê-la nem por um momento, imagino, portanto, como tem sido difícil para os seus filhos, seu esposo, sua  família, enfim.
            Costumo dizer que ninguém morre de uma vez. A gente vai morrendo aos pouquinhos na morte dos  que amamos. Cada um que vai leva um pedacinho da gente e a vida nunca mais será a mesma.
            Não pretendo aqui falar dos seus méritos como professora, educadora. Guarabira inteira conhece os seus feitos, inclusive quando assumiu a Secretaria de Educação do município recebeu uma Medalha de Ouro outorgada pelo MEC por um projeto denominado LER, ESCREVER E CONTAR. Quero, apenas, despedir-me de você, dando-lhe o meu adeus,  recordando tanta coisa que fizemos juntas.
            Uma vez  fomos – você e eu - a uma cidade vizinha contratar um palhaço para uma apresentação no Colégio e voltamos com o circo inteiro, o que causou estranheza no corpo docente do Educandário e a nossa resposta foi suscita: o mundo pertence aos ousados. Os que pensam muito acabam não fazendo nada.
            Deus é mistério e mistério não é para ser entendido e sim para ser aceito. Há muito deixei de interrogá-Lo com os meus “porquês”. Por exemplo, havia mesmo necessidade de você ir agora? Que falta você estava fazendo no Céu? Deus, por certo,  tem outro planos, uma vez que na Terra a sua missão foi concluída.
                        A/DEUS, Detinha, que o seu reencontro com Ele seja eivado daquele amor que você distribuiu pelo mundo. Ele, certamente, vai se lembrar  quando deu de comer a quem tinha fome, visitou um doente no Hospital, ou no cárcere quando levou lenitivo a um detento ou ainda quando cobriu a nudez dos desvalidos da sorte que só dispunham de jornal para aquecê-lo nas noites frias e sem luar.
            Ele não vai esquecer do ancião  que encontrou a sua mão substituindo a do filho que não se lembrou de que se não fosse ele, o outro nem vida teria.
            Ele, onisciente e onipresente, estava na porta do Paraíso para recebê-la e abraçá-la com um ramalhete de violetas  com as folhas em forma de coração.
            Aí, onde você hoje está, nada mais poderá feri-la, a calúnia e a inveja não mais a alcançarão. Afinal, você  hoje, como filha predileta, é hóspede de Deus.
            Seja feliz, Detinha. A serenidade  foi  sempre a sua marca registrada e foi serena que você ao encontro  Dele.
            A nós, que aqui ficamos, resta a SAUDADE, sem perfume e sem beleza, mas nem por isso deixa de ser saudade.
            A/DEUS Detinha. Até um dia. Quando? Sabe Deus.
                                                                 Marisa Alverga
                                               Guarabira, 24 de outubro e 2015


sábado, 3 de outubro de 2015

O LIVRO DE ZÉ OTÁVIO



Apresentar  um escritor é tarefa das mais auspiciosas, não fora a responsabilidade, mormente quando se trata de um renomado escritor,  que tem no seu currículo dezenas e dezenas de títulos publicados, quer em jornais, revistas e/ou  livros.
       Professor universitário firmou-se como historiador, mas acima de tudo  é um estudioso, em eterno contato com os livros, com as letras.
       Entre as publicações, destacamos a sua participação em Poder e Política na Paraíba, coletânea que junto com Hélio Zenaide e outros autores retrata José Américo de Almeida, Pedro Gondim, Osmar de Aquino, entre outros e a ele coube retratar Wilson Braga. Não esqueceu Guarabira, publicando em 1998 GUARABIRA  - Democracia, Urbanismo e Repressão.
       Na esfera internacional, citemos Mundo Hoje, A Imprensa, A crise brasileira de 64, Memórias de JK. E entre Setembrizada e Novembradas, no âmbito regional, deparamo-nos com Preconceito e racismo numa Produção Cultural.
       Poderia deter-me na sua produção literária, o que muito me agradaria, mas, necessário se faz trazer a lume a sua última produção e o escritor de que falamos dispensa apresentação, porque do Oiapoque ao Chuí já se ouviu falar em JOSÉ OTÁVIO DE ARRUDA MELLO, o paraibano que nos brinda com a A TRAJETÓRIA DE UM VENCEDOR.
       Antes de Zé Otávio, Eno Teodoro, natural do Paraná, em 1992, escreveu: Ronaldo Cunha Lima – Poeta e Trovador.
       Recentemente, Nivaldo Magalhães editou RONALDO CUNHA LIMA, ESPIRITUOSO – Histórias de Poeta e Diógenes da Cunha Lima trouxe a lume UM NORDESTINO DE TODO CANTO.
       Nos idos de 1983, estive em Arara para apresentar Ronaldo no encerramento de uma feira cultural e dizia que Ronaldo se dissociava da figura do político de ontem, eleito Prefeito de Campina Grande pelo voto independente do povo e 43 dias após sua  posse, arrancado arbitrária e injustamente, daquela chefia por um ato de exceção. E Ronaldo nunca soube por que foi cassado e o povo nunca soube por que Ronaldo foi cassado, senão por ser um idealista que sonhava o sonho do seu povo. E a sua alma de poeta amargou por dez anos a saudade da sua gente, da sua terra, mas Ronaldo voltou, novamente nos braços do povo.  Ronaldo foi o filho que Guarabira emprestou a Campina Grande, até porque  Ronaldo não tem naturalidade, é filho de Arara, de Campina Grande, da Paraíba, do Brasil. Um cidadão do mundo.
       Sem adentrar para a qualidade das obras mencionadas, tendo todas o seu valor, até pelo biografado que se retratou, não poderia me escusar de dar a Zé Otávio todo o mérito da sua obra. Na Trajetória de um Vencedor, o autor se irmana com o seu personagem, retratando-o tão fielmente que ao lê-lo tive a impressão de que Ronaldo estava ali, ao meu lado, concordando com o que Zé Otávio dizia, porque senhores, os outros escritores centraram-se no poeta. Zé Otávio, não, falou sobre o político, o estadista, o amigo, o  homem Ronaldo Cunha Lima.
       Quando eleito Governador, mandei-lhe um telegrama em versos, onde dizia:Ao Ronaldo político, ao Ronaldo estadista, prefiro mil vezes o Ronaldo Poeta. E foi essa linha que os outros seguiram.
       Três cidades e uma origem, entre o Sol e a Luz, primeiro capítulo do livro, refere-se ao nascimento do poeta, na rua do Sol,  próximo ao Colégio da Luz, valendo a criatividade do escritor e dai segue-se Da Política estudantil à Câmara de Vereadores; Um trabalhista na Assembleia; Um Democrata contra o Arbítrio e entre outros capítulos, Uma administração no fio da navalha e Do maior São João do mundo ao Governo do Estado.
       Parabéns, Zé Otavio, parabéns pelo trabalho que você produziu. Há muito mais
Na Trajetória de um Vencedor, eu atesto
Lembrei alguns lhes dando asa
Quem quiser saber do resto
Compre o livro e leia em casa.    
       Parabéns a Roberto, pelo espaço da UNOPAR para o lançamento deste trabalho, até porque a educação não se resume no Be-a-bá. Um dia, numa hora qualquer, que foge ao registro da História, um homem disse que  “ É a educação que dá ao corpo e à alma, beleza e perfeição”. Esse homem era um sábio e se chamava Platão.
       Antes de encerrar a minha participação nesta festa literária,  peço emprestado a Ronaldo, - o poeta, o Soneto do


DESENCONTRO


Era segunda,  imaginei domingo
Era de   noite, imaginei manhã
Chovia muito e eu imaginava sol
As  pessoas se comprimiam e eu não via nada
Havia multidão e eu me sentia só!
Você  não estava mas eu lhe fiz presente
Você chegava    sem saber se estava
Você  falou sem saber o que disse                                 
E disse  coisas  sem dizer  palavras...

Você  estava perto sem saber se estava
E até me  beijou  sem se sentir beijada
Era  segunda, mas imaginei domingo.

Chegou  o sol mas se fez manhã
Chegou  o dia e se fez  domingo
Houve palavras mas não eram suas
Houve presença  mas sem ser você
Houve  multidão e agitação profunda.

Então era manhã mas eu quis a noite
Fazia sol e eu queria chuva
Era domingo e desejei segunda!”   

                                                     Marisa  Alverga

Guarabira,17 de setembro  de 2015       

sábado, 8 de agosto de 2015

OBRIGADA, MEU PAI!


            No silêncio das noites, eu me encontro com você. Falamos de tudo: da dor, da vida, do amor e do perdão, da traição e do traidor.

            Você me alerta sobre os falsos amigos, quanto ao perigo a que nos expomos quando lhes confiamos os nossos segredos, falamos dos nossos planos, das nossas  idéias, dos nossos ideais e até das nossas esperanças! É bom nos resguardarmos um pouco, você enfatiza.

            Quando estou triste, você me mostra a Natureza, os rios, os mares, o riacho que canta, as florestas, as flores nos jardins, a beleza do céu, das nuvens, do firmamento, da lua, do sol e das estrelas!

            Se a saudade me invade, você me leva ao Olimpo e eu me embeveço com a paz do pessegueiro em flor, embalando a humanidade na voz das Musas.

            Estando alegre você me conta  do Parnaso, me fala de meu filho, que faz dueto com Castro Alves e Álvares de Azevedo, e me seca as lágrimas teimosas que umedecem a saudade de meu filho!

            E entre uma saudade e uma lembrança, você me fala de caráter, de dignidade e me alerta sobre o perigo da calúnia, da inveja, da vingança e enaltece o perdão. Você me lembra que liberdade rima com responsabilidade  e que “a indulgência faz parte da justiça”.

            Sobre o patriotismo você não me deixa esquecer que o Brasil começa aqui, na minha calçada, na minha casa, na minha cidade, na minha  Paraíba de Augusto dos Anjos, enfatizando que o amor à Pátria nada tem a ver com “ mensalões ou mensalinhos, com dinheiro na cueca, gordas propinas, dólares em maletas” ou similares, citando o poeta: Certo ou errado, é o meu país”!

            Herança você me deixou, sim, quando me matriculou na escola da vida, ensinando-me que ao sol ou sem ele, eu teria que conquistar o meu lugar no mundo, sem que para isso fosse preciso pisar o meu irmão.

            Que pena, meu pai! Não conheci seu corpo, só a sua alma me foi mostrada! E eu o amei além do tempo e  além da vida.

            Obrigada, meu pai, pelas lições de civismo, de dignidade, de cidadania que você me deu com o seu exemplo.

            A/Deus, meu pai. Até um dia! Quando? Sabe Deus!



                                   Marisa Alverga


Gba, 08.08.15




A/DEUS!
                                          Ninguém morre enquanto permanece  
                                                          vivo no coração de alguém
                                                                    Pe. Carlos A.Schmitt
                                            
RAILSON LEÃO é o nome de um homem com H MAIÚSCULO que tive a honra de conhecer e de amar, como o amigo sempre presente nas minhas horas de tristeza e de dor.
Estava sempre me enviando recortes de jornal ou revista, crônicas ou poesia que sabia que de alguma maneira aliviaria a minha dor.
Por algum tempo perdi o contato com Railson, mas o carinho permaneceu intacto, até que a morte inexorável e impiedosa surpreendeu-o e levou-o à Mansão de Deus e partiu assim, sem mais nem menos, sem  até logo ou adeus e  é lá, que Railson reside agora e nada mais me resta fazer, senão dizer-lhe:
Rezam as Escrituras: “Deus o levou para não deixar que o mal lhe corrompesse a inteligência, nem a falsidade lhe seduzisse a alma. Porque sua vida agradava o Senhor, este, sem mais espera, de um mundo perverso o retirou”.
Railson, não posso evitar as lágrimas, e eu que pensei que não tinha mais lágrimas, vi-as inundar a minha face e a tristeza me invadir a alma, mas, meu amigo, o que me consola – se é que isso é consolo - é sabê-lo vivo no coração dos que o amavam: sua família e seus amigos, entre os quais me incluo.
Na casa de Deus, no lado direito do Pai Eterno, onde ficam os filhos prediletos, está você a salvo da maldade humana. Ai você nunca mais sentirá frio, a inveja e a calúnia jamais o alcançará e repetindo Geraldo Alverga, no seu Algemas, tanto o tempo como o amor transformou você em SAUDADE.
A/DEUS, meu amigo. Ate um dia. Quando? Sabe Deus.

                        Guarabira, 26 de julho de 2015
                                                           Marisa Alverga  





VOVÓ RUBY

Sendo mãe de dois meninos muito ativos, de um e sete anos de idade, às vezes me preocupo que eles transformem minha casa cuidadosamente decorada em um canteiro de demolição. Em meio a sua inocência e às suas brincadeiras, de vez em quando derrubam meu abajur favorito ou desarrumam meus arranjos bem planejados. Nesses momentos, quando nada parece sagrado, lembro-me da lição que aprendi com minha sábia sogra, Ruby.

Ruby é mãe de seis e avó de treze. É a encarnação da gentileza, da paciência e do amor.
Num Natal, todos os filhos e netos estavam reunidos, como de costume, na casa de Ruby. Apenas um mês antes Ruby havia comprado um lindo carpete branco, depois de viver com o mesmo carpete durante vinte e cinco anos. Ficara felicíssima com o jeito novo que ela dava à casa.

Meu cunhado, Arnie, tinha acabado de distribuir seus presentes entre todas as sobrinhas e sobrinhos - mel natural premiado de seu apiário. Eles estavam super animados. Mas quis o destino que a pequena Sheena de oito anos de idade derramasse seu pote de mel no carpete novo da vovó fazendo uma trilha escada abaixo por toda a casa.
Chorando, Sheena correu para a cozinha e para os braços de Ruby.
- Vovó, eu derramei todo o meu mel em cima do seu carpete novo.

Vovó Ruby ajoelhou-se, olhou carinhosamente nos olhos chorosos de Sheena e disse:
- Não se preocupe, querida, podemos lhe arrumar mais mel.


(Lynn Robertson)


Postado por Marisa Alverga







CARO(A) AMIGO(A),

É com muita tristeza que participamos o falecimento de um amigo muito querido que se chamava BOM SENSO…

… e que viveu muitos e muitos anos entre nós.

Ninguém conhecia com precisão a sua idade porque o registro do seu nascimento foi desclassificado há muito tempo, tamanha a sua antiguidade.

Mas lembramo-nos muito bem dele, principalmente pelas suas lições de vida como :
«O mundo pertence àqueles que se levantam cedo »
«Não podemos esperar tudo dos outros »
Ou ainda,
«O que me acontece pode ser em parte também por minha culpa »

E também …

O BOM SENSO só vivia com regras simples e práticas como:
«Não gastar mais do que se tem »
e de claros princípios educativos como :
«São os pais quem dão a palavra final »
Acontece que, o BOM SENSO começou a perder o chão, quando os pais passaram a atacar os professores, que acreditavam ter feito bem o seu trabalho querendo que as crianças aprendessem o respeito e as boas maneiras.
Sabendo que um educador foi afastado ao repreender um aluno por comportamento inconveniente na aula, agravou-se o seu estado de saúde.
Deteriorou-se mais ainda, quando as escolas foram obrigadas a ter autorização dos responsáveis, até para um curativo no machucado de um aluno, sequer podiam informar os pais de outros perigos mais graves incorridos pela criança.
Enfim, o BOM SENSO perdeu a vontade de viver quando percebeu que os ladrões e os criminosos tinham melhor tratamento do que as suas vítimas.
Também recebeu fortes golpes morais e físicos, quando a Justiça decidiu que era crime defendermo-nos de algum ladrão na nossa própria casa, enquanto a este último é dada a garantia de poder queixar-se por agressão e atentado à integridade física...
O BOM SENSO perdeu definitivamente toda a confiança e a vontade de viver quando soube que uma mulher, por não perceber que uma xícara de café quente iria queimar-lhe, ao derramá-lo em uma das pernas...Recebeu por isso, uma colossal indenização do fabricante da cafeteira elétrica.
Certamente você já reconheceu, que a morte do BOM SENSO foi precedida pelo falecimento:
* dos seu pais: Verdade e Confiança;
* da sua mulher Discrição;
* da sua filha Responsabilidade e do filho Juízo.
Então, o BOM SENSO deixa o seu lugar para quatro falsos irmãos:
*« Eu conheço os meus direitos e também os adquiridos »
*« A culpa não é minha »
*« Sou uma vítima da sociedade »
*« Meus pais não sabem nada e cobram demais »
Claro que não haverá multidão no seu enterro, porque já não temos muitas pessoas que o conheçam bem, e poucos se darão conta de que ele partiu.
Mas, se você ainda se recorda dele, caso queira reavivar a sua lembrança, previna todos os seus amigos do desaparecimento do saudoso BOM SENSO fazendo circular esta comunicação…
Senão, não faça nada... deixe tudo como está!!!


Infelizmente isso realmente aconteceu e não é difícil perceber que o BOM SENSO morreu para a maioria das pessoas.
* da sua filha Responsabilidade e do filho Juízo.
Então, o BOM SENSO deixa o seu lugar para quatro falsos irmãos:
*« Eu conheço os meus direitos e também os adquiridos »
*« A culpa não é minha »
*« Sou uma vítima da sociedade »
*« Meus pais não sabem nada e cobram demais »
Claro que não haverá multidão no seu enterro, porque já não temos muitas pessoas que o conheçam bem, e poucos se darão conta de que ele partiu.
Mas, se você ainda se recorda dele, caso queira reavivar a sua lembrança, previna todos os seus amigos do desaparecimento do saudoso BOM SENSO fazendo circular esta comunicação…
Senão, não faça nada... deixe tudo como está!!!


Infelizmente isso realmente aconteceu e não é difícil perceber que o BOM SENSO morreu para a maioria das pessoas.

Espero que tenham gostado do texto, pq é uma reflexão e tanto.

Abraços!!!!

* da sua filha Responsabilidade e do filho Juízo.
Então, o BOM SENSO deixa o seu lugar para quatro falsos irmãos:
*« Eu conheço os meus direitos e também os adquiridos »
*« A culpa não é minha »
*« Sou uma vítima da sociedade »
*« Meus pais não sabem nada e cobram demais »
Claro que não haverá multidão no seu enterro, porque já não temos muitas pessoas que o conheçam bem, e poucos se darão conta de que ele partiu.
Mas, se você ainda se recorda dele, caso queira reavivar a sua lembrança, previna todos os seus amigos do desaparecimento do saudoso BOM SENSO fazendo circular esta comunicação…
Senão, não faça nada... deixe tudo como está!!!


Infelizmente isso realmente aconteceu e não é difícil perceber que o BOM SENSO morreu para a maioria das pessoas.

Espero que tenham gostado do texto, pq é uma reflexão e tanto.

Abraços!!!!

Autoria desconhecida
Postado por Marisa Alverga

CONHECA O CONSORCIO DA MAPFRE. QUEM GANHA E VOCE


               
                                                      AS MÃOS



Há mãos que sustentam e mãos que abalam.

Mãos que limitam e mãos que ampliam.

Mãos que denunciam e mãos que escondem os denunciados.

Mãos que se abrem e mãos que se fecham 

Há mãos que afagam e mãos que agridem.

Mãos que ferem e mãos que cuidam das feridas.

Mãos que  destroem e mãos que edificam.

Mãos que  batem e mãos que recebem as pancadas por outros 

Há mãos que apontam e guiam e mãos que desciam.

Mãos que são temidas e mãos que são desejadas e queridas.

Mãos que dão arrogância e mãos que se escondem aos dar.

Mãos que escandalizam e mãos que apagam os escândalos.

Mãos puras e mãos que carregam censuras. 

Há mãos que escrevem para promover e mãos que escrevem para ferir.

Mãos que pesam e mãos que aliviam.

Mãos que operam e que curam e mãos que " amarguram". 

Há mãos que se apertam por amizade e mãos que se empurram por ódio.

Mãos furtivas que traficam destruição e mãos amigas que desviam da ruína.

Mãos finas que provam dor e mãos rudes que espalham amor. 

Há mãos que se levantam pela verdade e mãos que encarnam a falsidade.

Mãos que oram e imploram e mãos que " devoram" .

Mãos de Caim que matam.

Mãos de Jacó que enganam.

Mãos de Judas que entregam.

Mas há também as mãos de Simão, que carregam a cruz,

e as mãos de Verônica, que enxugam o rosto de Jesus. 

Onde  está a diferença ?

Não está nas mãos, mas no coração

É na mente transformada que dirige a mão santificada, delicada.

É a mente agradecida que transforma as mãos em instrumentos de graça.

Mãos que se levantam para abençoar,

Mãos que baixam para levantar o caído,

Mãos que se estendem para amparar o cansado.

São como as mãos de Deus que criam, que guiam, 

que salvam; que nunca faltam.

Existem mãos ... e mãos ... 

As tuas, quais são ?

De quem são ?

Para que são ?


Desconheço a autoria.
Postado por Marisa Alverga 




CONSORCIO MAPFRE – A maneira mais fácil de sair de carro zero.
I N F O R M E – S E! (83)– 8888 – 1587! Saia na frente e conheça o lance EMBUTIDO. Quem ganha e você!

 






 







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Contam as lendas que, quando o Criador concluiu a sua obra,
dividiu-a em departamentos e os confiou aos cuidados dos Anjos.
Após algum tempo, o Todo Poderoso resolveu fazer uma avaliação
 da sua criação e convocou os servidores para uma reunião.
 O primeiro a falar foi o Anjo das luzes.
Postou-se respeitosamente diante do Criador e lhe falou com entusiasmo:
"Senhor, todas as claridades que criastes para a Terra continuam
 refletindo as bênçãos da sua misericórdia.

O Sol ilumina os dias terrenos com os resplendores divinos,
vitalizando todas as coisas da natureza e repartindo com elas
o seu calor e a sua energia.
 Deus abençoou o Anjo das luzes, concedendo-lhe a faculdade
de multiplicá-las na face do mundo.

Depois foi a vez do Anjo da terra e das águas, que exclamou com alegria:

"Senhor, sobre o mundo que criastes, a terra continua alimentando
 fartamente todas as criaturas; todos os reinos da natureza retiram
dela  os tesouros sagrados da vida.
E as águas, que parecem constituir o sangue bendito da sua obra terrena,
circulam no seio imenso, cantando as suas glórias.

O Criador agradeceu as palavras do servidor fiel,
abençoando-lhe os trabalhos.

Em seguida, falou radiante, o Anjo das árvores e das flores.

"Senhor, a missão que concedestes aos vegetais da Terra vem sendo
cumprida com sublime dedicação.
 As árvores oferecem sua sombra, seus frutos e utilidades a todas
as criaturas, como braços misericordiosos do vosso amor paternal,
estendidos sobre o solo do planeta.

Logo após falou o Anjo dos animais, apresentando a Deus seu relato sincero.

Os animais terrestres, Senhor, sabem respeitar as suas leis e
 acatar a sua vontade.
 Todos têm a sua missão a cumprir, e alguns se colocam ao lado
do homem, para ajudá-lo.
As aves enfeitam os ares e alegram a todos com suas melodias
admiráveis, louvando a sabedoria do seu Criador.

Deus, jubiloso, abençoou seu mensageiro,
derramando-lhe vibrações de agradecimento.

Foi quando, então, chegou a vez do Anjo dos homens.
Angustiado e cabisbaixo, provocando a admiração dos demais,
exclamou com tristeza:

"Senhor, ai de mim! Enquanto meus companheiros falam da
grandeza com que são executados seus decretos na face da
Terra,  não posso afirmar o mesmo dos homens...

Os seres humanos se perdem num labirinto formado por
eles mesmos.
 Dentro do seu livre-arbítrio criam todos os motivos de infelicidade.
Inventaram a chamada propriedade sobre os bens que Lhe
 pertencem inteiramente, e dão curso ao egoísmo e a ambição
pelo domínio e pela posse.
Esqueceram-se totalmente do seu Criador e vivem se digladiando.

Deus, percebendo que o Anjo não conseguia mais falar
 porque sua voz estava embargada pelas lágrimas,
falou docemente:

Essa situação será remediada.
Alçou as mãos generosas e fez nascer, ali mesmo no céu, um curso
 de águas cristalinas e, enchendo um cântaro com essas pérolas líquidas,
entregou-o ao servidor, dizendo:

Volta à Terra e derrama no coração de meus filhos este líquido
 celeste a que chamarás água das lágrimas...

Seu gosto é amargo, mas tem a propriedade de fazer que os
 homens me recordem, lembrando-se da minha misericórdia paternal.
Se eles sofrem e se desesperam pela posse passageira das
 coisas da Terra, é porque me esqueceram,
 esquecendo sua origem divina.

... E desde esse dia o Anjo dos homens derrama na alma atormentada
e aflita da humanidade, a água bendita das lágrimas remissoras.

A lenda encerra uma grande verdade: cada criatura humana,
 no momento dos seus prantos e amarguras, recorda,
 instintivamente, a paternidade de Deus e as alvoradas
 divinas da vida espiritual.


(Livro Crônicas de além túmulo-Lenda das Lágrimas)
















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RETRATO DE MÃE
                                                                  RAMOM ANGEL YARA  HÁ UMA MULHER QUE TEM ALGO DE DEUS PELA IMENSIDADE DE SEU AMOR, E MUITO DE ANJO PELA
INCANSABILIDADE DE SEU CUIDADO;

UMA
MULHER QUE, SENDO JOVÉM, TEM A MATURIDADE DE UMA ANCIÃ, E QUE, NA VELHICE, TRABALHA COM O VIGOR DA JUVENTUDE;

UMA
MULHER QUE, SE É IGNORANTE, RESOLVE OS PROBLEMAS  DA VIDA, COM MAIS ACERTO QUE UM SÁBIO, E, SE É INSTRUÍDA,
SE ADAPTA FÁCIL À SIMPLICIDADE DAS CRIANÇAS;
UMA MULHER QUE, SENDO POBRE, SE SATISFAZ COM FELICIDADE DAQUELES QUE AMA, E QUE, SENDO RICA, COM PRAZER DARIA SEU TESOURO PARA NÃO SOFRER EM SEU CORAÇÃO A FERIDA DA INGRATIDÃO;
UMA MULHER QUE, SENDO VIGOROSA, ESTREMECE AO PRIMEIRO CHORO DO SEU NENEM, E QUE, SENDO FRACA, SE REVESTE, ÀS VEZES, DA BRAVURA DE UM LEÃO;
UMA MULHER QUE, ENQUANTO VIVE, NÃO A SABEMOS ESTIMAR, PORQUE, JUNTO DELA TODAS AS DORES DO MUNDO, SE ESQUECEM, MAS QUE, DEPOIS DE MORTA, DARÍAMOS TUDO O QUE SOMOS E TUDO O QUE TEMOS, PARA  VÊ-LA DE NOVO POR UM SÓ INSTANTE, PARA RECEBER DELA UM SÓ ABRAÇO E PARA OUVIR DELA UMA SÓ PALAVRA.
O NOME DESSA MULHER, SE NÃO QUEREIS QUE EU INUNDE DE LAGRIMAS ESTA HUMILDE E SINGELA PAGINA, E EU DEDICO ÀQUELA QUE ME DEU, NÃO SÓ A VIDA, MAS TODAS AS MINHAS FORÇAS PARA VIVER, É MINHA MÃE.
VOCÊ É UM SÍMBOLO DE LUTA, DE DEDICAÇÃO  E DE CORAGEM, FONTE PERENE DE BONDADE E DE AMOR !!!
A VOCÊ NESTE DIA E POR TODA ETERNIDADE, MINHA MAIS PURA GRATIDÃO.

Postado por Marisa Alverga






PROCURA-SE DE UM AMIGO

Não precisa ser homem, basta ser humano, basta ter sentimentos, basta ter coração. Precisa saber falar e calar, sobretudo saber ouvir. Tem que gostar de poesia, de madrugada, de pássaro, de sol, da lua, do canto, dos ventos e das canções da brisa. Deve ter amor, um grande amor por alguém, ou então sentir falta de não ter esse amor.. Deve amar o próximo e respeitar a dor que os passantes levam consigo. Deve guardar segredo sem se sacrificar.

Não é preciso que seja de primeira mão, nem é imprescindível que seja de segunda mão. Pode já ter sido enganado, pois todos os amigos são enganados. Não é preciso que seja puro, nem que seja todo impuro, mas não deve ser vulgar. Deve ter um ideal e medo de perdê-lo e, no caso de assim não ser, deve sentir o grande vácuo que isso deixa. Tem que ter ressonâncias humanas, seu principal objetivo deve ser o de amigo. Deve sentir pena das pessoa tristes e compreender o imenso vazio dos solitários. Deve gostar de crianças e lastimar as que não puderam nascer.

Procura-se um amigo para gostar dos mesmos gostos, que se comova, quando chamado de amigo. Que saiba conversar de coisas simples, de orvalhos, de grandes chuvas e das recordações de infância. Precisa-se de um amigo para não se enlouquecer, para contar o que se viu de belo e triste durante o dia, dos anseios e das realizações, dos sonhos e da realidade. Deve gostar de ruas desertas, de poças de água e de caminhos molhados, de beira de estrada, de mato depois da chuva, de se deitar no capim.

Precisa-se de um amigo que diga que vale a pena viver, não porque a vida é bela, mas porque já se tem um amigo. Precisa-se de um amigo para se parar de chorar. Para não se viver debruçado no passado em busca de memórias perdidas. Que nos bata nos ombros sorrindo ou chorando, mas que nos chame de amigo, para ter-se a consciência de que ainda se vive.
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