sábado, 5 de janeiro de 2013

           AGENDA DA FELICIDADE

O Sorriso - É o cartão de visita das pessoas saudáveis. Distribua-o gentilmente.

O Diálogo - É a ponte que liga as duas margens, do eu à do tu. Transmite-o bastante.

O Amor - É a melhor música na partitura da vida. Sem ele, você será um(a) eterno(a) desafinado(a).

A Bondade - É a flor mais atraente do jardim de um coração bem cultivado.  Plante estas flores.

A Alegria - É o perfume gratificante, fruto do dever cumprido. Esbanje-o, o mundo precisa dele.

Paz na Consciência - É o melhor travesseiro para o sono da tranqüilidade. Viva em paz consigo mesmo.

A Fé - É a bússola certa para os navios errantes, incertos, buscando as praias da eternidade. Utilize-a sempre.

A Esperança - É o vento bom enfunando as velas do nosso barco. Chame-o para dentro do seu cotidiano.

Acreditamos que com essa agenda a felicidade pode ser a companheira e aliada para tocar o barco da vida.

(Desconheço a Autoria)


Postado por Marisa Alverga 

terça-feira, 25 de dezembro de 2012

A SABEDORIA DO MENDIGO

30 de dezembro de 2012


Serapião era um velho mendigo que perambulava pelas ruas da cidade. Ao seu lado, o fiel escudeiro, um vira lata marrom com manchas brancas, que atendia pelo nome de Malhado. Serapião não pedia dinheiro. Aceitava sempre um pão, uma banana, um pedaço de bolo ou um almoço feito com sobras de comida dos mais abastados.

Quando suas roupas estavam imprestáveis, logo era socorrido por alguma alma caridosa. Mudava a apresentação e era alvo de brincadeiras.

Serapião era conhecido como um homem bom, que perdera a razão, a família, os amigos e até a identidade. Não bebia bebida alcoólica, estava sempre tranqüilo, mesmo quando não havia recebido nem um pouco de comida.
Dizia sempre que Deus lhe daria um pouco na hora certa e, sempre na hora que Deus determinava, alguém lhe estendia uma porção de alimentos.

Serapião agradecia e rogava a Deus pela pessoa que o ajudava. Tudo que ganhava, dava primeiro para o Malhado, que paciente comia e ficava a esperar por mais um pouco. Não tinha onde dormir; onde anoiteciam, lá dormiam. Quando chovia, procuravam abrigo embaixo da ponte do ribeirão Bonito e, ali o mendigo ficava a meditar, com um olhar perdido no horizonte. Aquela figura me deixava sempre pensativo, pois eu não entendia aquela vida vegetativa, sem progresso, sem esperança e sem um futuro promissor que Serapião levava.


Certo dia, com a desculpa de lhe oferecer umas bananas fui bater um papo com o velho Serapião. Iniciei a conversa falando do Malhado, perguntei pela idade dele, o que Serapião não sabia. Dizia não ter idéia, pois se encontraram certo dia quando ambos andavam à toa pelas ruas.
Nossa amizade começou com um pedaço de pão -disse o mendigo. Ele parecia estar faminto e eu lhe ofereci um pouco do meu almoço e ele agradeceu abanando o rabo, e daí não me largou mais. Ele me ajuda muito e eu retribuo essa ajuda sempre que posso. Como vocês se ajudam? Perguntei.

Ele me vigia quando estou dormindo; ninguém pode chegar perto que ele late e ataca. Também quando ele dorme, eu fico vigiando para que outro cachorro não o incomode. Continuando a conversa, perguntei:
Serapião, você tem algum desejo de vida?
Sim, respondeu ele - tenho vontade de comer um cachorro quente, daqueles que a Zezé vende ali na esquina. Só isso? Indaguei. É, no momento é só isso que eu desejo. Pois bem, vou satisfazer agora esse grande desejo. Saí e comprei um cachorro quente para o mendigo. Voltei e lhe entreguei. Ele arregalou os olhos, deu um sorriso, agradeceu a dádiva e em seguida tirou a salsicha, deu para o Malhado, e comeu o pão com os temperos. Não entendi aquele gesto do mendigo, pois imaginava ser a salsicha o melhor pedaço.

Por que você deu para o Malhado logo a salsicha? - Perguntei intrigado. Ele, com a boca cheia, respondeu: Para o melhor amigo, o melhor pedaço. E continuou comendo, alegre e satisfeito.
Despedi-me do Serapião, passei a mão na cabeça do Malhado e saí pensando com meus botões:
Aprendi alguma coisa hoje. Como é bom ter amigos. Pessoas em quem possamos confiar. E saber reconhecer neles o seu real valor, agindo em consonância. Por outro lado, é bom ser amigo de alguém e ter a satisfação de ser reconhecido como tal.

Jamais esquecerei a sabedoria daquele eremita:
"PARA O MELHOR AMIGO, O MELHOR PEDAÇO"

Postado por Marisa Alverga


A PROVA

CONCURSOS E PRÉ – VESTIBULAR



A PARTIR DE 02 DE JANEIRO DE 2013, VOCÊ PODERÁ FAZER SUA OPÇÃO PELO A PROVA

Local: 1º ANDAR DA GRÁFICA MODERNA, À RUA COSTA BEIRIZ, 160 – CENTRO – GUARABIRA-PB

ORGANIZAÇÃO:
MARISA ALVERGA
ZENARK MARQUES
GISLAINE TARGINO

INFORMAÇÕES: (83) 8888-1587 – Marisa Alverga
8816-2858 – Zenark Marques
8787 – 1468 Gislaine Targino


 PRECE DE NATAL



                                  Senhor: 

       Envelhecer é um privilégio e eu Te agradeço pela longa vida que me concedeste. Eu Te sou grata pela família que escolheste para me trazer à vida e pela família que eu própria criei.

                        Na longa estrada que percorri nem sempre encontrei flores, mas  espinhos que me feriram os pés e me ensinaram a conviver com a dor e a sorrir por entre as lágrimas.

                        Neste Natal, Senhor, nada Te peço porque de nada preciso, pois me deste tudo sem que precisasse pedir-Te. Há pão na minha mesa, roupa para me cobrir o corpo, sandálias para que meus pés não sejam feridos pelas pedras do caminho; há risos na minha casa, calor na minha lareira, flores no meu jardim e o cantar dos pássaros me embevece a vida!

                        Neste Natal, Senhor, dirijo-Te a minha prece em favor daqueles que pelo mundo afora morrem de inanição, sem um pedaço de pão para mitigar-lhe a fome; peço-Te pelos que dormem  ao  relento, sem um trapo para cobrir-lhe o corpo para que  o frio das noites não lhes enregele também a alma; pelas crianças abandonadas por seus próprios  pais , jogadas na vida,  sem pão nem teto; pela velhice desamparada pelo descaso da sociedade que lhe nega até o direito de existir; neste Natal, Senhor, eu Te entrego  o meu coração  agradecido e a minha prece pelos menos afortunados, implorando-te pela Paz Universal, por um mundo menos injusto, onde o amor reine como Senhor  absoluto e a esperança seja a certeza de um ano novo sem forme, nem miséria, sem crianças abandonadas,  sem desemprego, sem velhice desamparada,  sem drogas, sem violência e sem desamor!

                                                               ( Do livro Na Varanda da Vida)





NOITE DE NATAL

 


Na festa maior da cristandade, o mundo se engalana para comemorar o nascimento de Cristo, um Cristo que se imolou pela humanidade.
                Árvores enfeitadas, ruas e praças iluminadas, presentes, ceias, festas no mundo inteiro prenunciam o nascimento do Salvador e tudo é alegria!
                    Em meio a tanta celebração, penso nas crianças  que não conheceram seus pais ou que vivem, apesar delas, entregues ao próprio destino, sem roupa, sem lar, famintos e sem um sapatinho para esperar o presente de Papai Noel, se é que algum deles já ouviu falar nesse ser mitológico!

                      A velhice desamparada, doente, entregue ao deus-dará, com frio, dormindo ao relento, com o céu por cobertor, implorando a caridade alheia, sem que ninguém se importe se tem fome ou sede, de justiça, inclusive! Alguns, jogados em Abrigos - que de abrigo só tem o nome -, outros relegados ao descaso dos próprios filhos, num lar desfeito pela ausência do amor!
            Penso na leva de desempregados criados pelo sistema, pessoas que viviam dentro de um padrão que o seu salário permitira e de repente não têm pão para alimentar os filhos!.
            Crianças que não nasceram, abortadas que foram no ventre materno! Idosos, adultos jovens ou crianças que nunca freqüentaram uma escola, que jamais receberam um beijo, que nunca sentiram o calor de um abraço, que desconhecem o sentido da fraternidade, que não vivem,ç apenas existem, porque viver não é passar fome, não sentir frio; é amar e ser amado.
            E quem de nós, na Noite de Natal, lembra-se do aniversariante? Que presente oferecemos a Jesus na sua data natalícia? E Ele espera tão pouco de nós!
                        Neste Natal, Senhor, eu Te entrego o meu coração agradecido e a minha Prece pelos menos afortunados, implorando-Te pela PAZ UNIVERSAL, por um mundo menos injusto, onde o Amor reine como senhor absoluto e a ESPERANÇA seja a certeza de um ANO NOVO sem fome, nem miséria, sem crianças abandonadas, sem desemprego, sem velhice desamparada, sem drogas, sem violência e sem desamor!


                   Aos leitores do PROGRAMASEMFRONTEIRAS.BLOGSPOT.COM e aos ouvintes do SEM FRONTEIRAS,  pela Rádio Rural de Guarabira,  o meu abraço e o desejo de um Natal de Amor e um ANO NOVO de muita PAZ!

                                                                                                    (Do livro NA VARANDA DA VIDA)



                                                                                                                   Marisa Alverga





A PROVA

CONCURSOS E PRÉ – VESTIBULAR



A PARTIR DE 02 DE JANEIRO DE 2013, VOCÊ PODERÁ FAZER SUA OPÇÃO PELO  A PROVA.

Local: 1º ANDAR DA GRÁFICA MODERNA, À RUA COSTA BEIRIZ, 160 – CENTRO – GUARABIRA-PB

ORGANIZAÇÃO:

MARISA ALVERGA

ZENARK MARQUES

GISLAINE TARGINO




INFORMAÇÕES:
 (83) 8888-1587 – Marisa Alverga

88162858 – Zenark Marques
           8787 - 1458 - Gislaine Targino

quarta-feira, 21 de novembro de 2012

A CANETA DE DEUS



A Mãe deu um pulo assim que viu o cirurgião  sair da sala de operações.
Perguntou:
- Como é que está o meu filho? Ele vai ficar bom?
- Quando é que eu posso vê-lo?
O cirurgião respondeu:
- Tenho pena. Fizémos tudo mas o seu filho não resistiu.
Sally perguntou:
- Porque razão é que as crianças pequenas tem câncer? Será que Deus não se preocupa?
- Aonde estavas Tu, Deus, quando o meu filho necessitava?...
O cirurgião perguntou:
- Quer algum tempo com o seu filho? Uma das enfermeiras irá trazê-lo dentro de alguns minutos e depois será transportado para a Universidade.
Sally pediu à enfermeira para ficar com ela enquanto se despedia do seu filho. Passou os dedos pelo cabelo ruivo do seu filho.
- Quer um cachinho dele? Perguntou a enfermeira.
Sally abanou a cabeça afirmativamente.
A enfermeira cortou o cabelo e colocou-o num saco de plástico, entregando-o a Sally.
- Foi idéia do Jimmy doar o seu corpo à Universidade porque assim talvez pudesse ajudar outra pessoa, disse Sally. No início eu disse que não, mas o Jimmy respondeu:
- Mãe, eu não vou necessitar do meu corpo depois de morrer. Talvez possa ajudar outro menino a ficar mais um dia com a sua mãe.
Ela continuou:
- O meu Jimmy tinha um coração de ouro. Estava sempre a pensar nos outros. Sempre disposto a ajudar, se pudesse.
Depois de aí ter passado a maior parte dos últimos seis meses, Sally saiu do "Hospital Children's Mercy" pela última vez.
Colocou o saco com as coisas do seu filho no banco do carro ao lado dela.
A viagem para casa foi muito difícil.
Foi ainda mais difícil entrar na casa vazia.
Levou o saco com as coisas do Jimmy, incluindo o cabelo, para o quarto do seu filho.
Começou a colocar os carros e as outras coisas no quarto exatamente nos locais onde ele sempre os teve.
Deitou-se na cama dele, agarrou a almofada e chorou até que adormeceu.
Era quase meia-noite quando acordou e ao lado dela estava uma carta.
A carta dizia:
-Querida Mãe,
Sei que vais ter muitas saudades minhas; mas não penses que me vou esquecer de ti, ou que vou deixar de te amar só porque não estou por perto para dizer:"AMO-TE".
Eu vou sempre amar-te cada vez mais, Mãe, por cada dia que passe.
Um dia vamos estar juntos de novo. Mas até chegar esse dia, se quiseres adotar um menino para não ficares tão sozinha, por mim está bem.
Ele pode ficar com o meu quarto e as minhas coisas para brincar. Mas se preferires uma menina, ela talvez não vá gostar das mesmas coisas que nós, rapazes, gostamos.
Vais ter que comprar bonecas e outras coisas que as meninas gostam, tu sabes.
Não fiques triste a pensar em mim. Este lugar é mesmo fantástico!
Os avós vieram me receber assim que eu cheguei para me mostrar tudo, mas vai demorar muito tempo para eu poder ver tudo.
Os Anjos são mesmo lindos! Adoro vê-los a voar!
E sabes uma coisa?...
O Jesus não parece nada como se vê nas fotos, embora quando o vi o tenha conhecido logo.
Ele levou-me a visitar Deus!
E sabes uma coisa?...
Sentei-me no colo d'Ele e falei com Ele, como se eu fosse uma pessoa importante.. Foi quando lhe disse que queria escrever-te esta carta, para te dizer adeus e tudo mais.
Mas eu já sabia que não era permitido.
Mas sabes uma coisa Mãe?....
Deus entregou-me papel e a sua caneta pessoal para eu poder escrever-te esta carta.
Acho que Gabriel é o anjo que te vai entregar a carta.
Deus disse para eu responder a uma das perguntas que tu Lhe fizeste,
"Aonde estava Ele quando eu mais precisava?"...
Deus disse que estava no mesmo sítio, tal e qual, quando o filho dele,
Jesus, foi crucificado. Ele estava presente, tal e qual como está com todos os filhos dele.
Mãe, só tu é que consegues ver o que eu escrevi, mais ninguém.
As outras pessoas veem este papel em branco.
É mesmo maravilhoso não é!?...
Eu tenho que dar a caneta de volta a Deus para ele poder continuar a escrever no seu Livro da Vida.
Esta noite vou jantar na mesma mesa com Jesus.
Tenho a certeza que a comida vai ser boa.
Estava quase a esquecer-me: já não tenho dores, o câncer já se foi embora.
Ainda bem, porque já não podia mais e Deus também não podia ver-me assim.
Foi quando ele enviou o Anjo da Misericórdia para me vir buscar.
O anjo disse que eu era uma encomenda especial! O que dizes a isto?...
Assinado com Amor de Deus, Jesus e de Mim.

(vamos ver se Satanás consegue parar esta carta.)
Tira 60 segundos e reenvia-a.
Dentro de uma hora voçê irá sentir o espírito de Deus a entrar na tua vida.
Deixa Ele fazer o que Ele gosta, quando tu não estás a fazer nada Ele está.
."Isto é lindo! Tenta não chorar.)
Envia para algumas pessoas em dois minutos e vais sentir o Espírito Santo a fazer luz na tua vida dentro de uma hora.

" O diabo fica nas esquinas da vida nos mostrando o que não fizemos, ao passo
que DEUS, segura em nossas mãos e nos mostra o que ainda pode ser feito."


Postado por Marisa Alverga