sábado, 26 de maio de 2012


MILHO DE PIPOCA

Milho de pipoca que não passa pelo fogo continua a ser milho para sempre.
Assim acontece com a gente.
As grandes transformações acontecem quando passamos pelo fogo.
Quem não passa pelo fogo, fica do mesmo jeito a vida inteira.
São pessoas de uma mesmice e uma dureza assombrosa.
Só que elas não percebem e acham que seu jeito de ser é o melhor jeito de ser.
Mas, de repente, vem o fogo.
O fogo é quando a vida nos lança numa situação que nunca imaginamos:
A dor.
Pode ser fogo de fora: Perder um amor, perder um filho, o pai, a mãe, perder o emprego ou ficar pobre.
Pode ser fogo de dentro: Pânico, medo, ansiedade, depressão ou sofrimento, cujas causas ignoramos.
Há sempre o recurso do remédio: apagar o fogo! Sem fogo o sofrimento diminui. Com isso, a possibilidade da grande transformação também.
Imagino que a pobre pipoca, fechada dentro da panela, lá dentro cada vez mais quente, pensa que sua hora chegou: vai morrer.
Dentro de sua casca dura, fechada em si mesma, ela não pode imaginar um destino diferente para si. Não pode imaginar a transformação que está sendo preparada para ela.
A pipoca não imagina aquilo de que ela é capaz.
Aí, sem aviso prévio, pelo poder do fogo a grande transformação acontece:
BUM!
E ela aparece como uma outra coisa completamente diferente, algo que ela mesma nunca havia sonhado.
Bom, mas ainda temos o piruá, que é o milho de pipoca que se recusa a estourar.
São como aquelas pessoas que, por mais que o fogo esquente, se recusam a mudar.
Elas acham que não pode existir coisa mais maravilhosa do que o jeito delas serem.
A presunção e o medo são a dura casca do milho que não estoura.
No entanto, o destino delas é triste, já que ficarão duras pela vida inteira.
Transforme-se na flor branca, macia e nutritiva.Mude!
Escolha:
Milho para sempre ou pipoca.
 Postado por Marisa Alverga

quarta-feira, 23 de maio de 2012



APRENDA A USAR SEU SUBCONSCIENTE  A SEU FAVOR! 


1 - Pense no bem, e o bem se seguirá! Pense no mal, e o mal se seguirá! Você é aquilo que pensa, no decorrer de todos os seus dias!
2 - O seu subconsciente, nunca discute com você se está correto ou não! Ele apenas aceita o que, a sua mente consciente determinar!
 3 - Você sempre tem o poder de escolher o bom ou o mal! Você pode escolher a cordialidade ou preferir ser antipático! Escolha saúde, felicidade, ser prestativo, alegre, cordial, e simpático que, todo o mundo lhe corresponderá!
4- A sua mente consciente, é a sentinela no portão! E tem como principal função proteger o subconsciente das impressões falsas! Procure acreditar que, algo de bom vai acontecer, e está acontecendo agora mesmo, neste exato momento! O seu maior poder, é a sua capacidade de escolha, por isso escolha tudo que lhe faça sentir bem!

5- As sugestões e afirmações dos outros não têm qualquer poder para prejudicá-lo! O único poder, é a ação do seu próprio pensamento em relação a isso e como reagirá!

6- Tome cuidado com o que você diz! Você terá que prestar contas, por cada palavra irresponsável! Nunca diga “vou fracassar”; O seu subconsciente, não sabe identificar se isso é uma piada, ou realidade! Ele simplesmente faz com que essas coisas se tornem verdades!

7- A sua mente não é voltada para o mal! E, nenhuma Força da Natureza o é! Tudo depende de como, você usa os poderes da natureza!

8- Nunca diga que não pode fazer determinada coisa! Supere o seu medo, substituindo-o pela seguinte afirmação: “ Posso fazer todas as coisas, através do poder do meu subconsciente!”

9- Você é o capitão da sua alma (subconsciente), é o senhor do seu destino! Lembre-se: “você tem a capacidade de escolher! Escolha a felicidade!”
10- O que quer que a sua mente consciente acredite ser verdade, o seu subconsciente aceitará, e fará com que se transforme em verdade mesmo!
Acredite nas bênçãos da vida!
QUE A PAZ ESTEJA SEMPRE COM VOCÊ!

Ana Maria A. Bonadia

Postado por Marisa Alverga

sexta-feira, 18 de maio de 2012


VOU VENCER ...

Um dia, todos nós, seres humanos, cometemos um erro que nos causa aborrecimentos e às vezes nos leva ao desespero. O certo é que um dia, seja lá quando for, nós vamos errar no julgamento, na ação ou até por omissão e isso é  líquido e certo, o que faz a diferença é a maneira como você vai encarar esse erro.

Primeiro é preciso saber que não existe aprendizado sem experiências, e não  existem experiências que sejam 100% certas, aliás, o próprio nome diz tudo: experimentar, tentar, insistir. Então os
erros são as nossas tentativas de acertar, não é mesmo? 
Bom, se todo mundo comete erros, então qual a vantagem? A grande vantagem está na capacidade do ser humano de fazer daquele erro um trampolim para a sua vitória. Quando você analisa o seu erro sem se julgar, sem se fazer de vítima da sociedade, quando você fala para você mesmo: "eu vou dar a volta por cima, vou vencer", você começa a construir um mundo novo, portas se abrem, mesmo que você esteja trancado em um porão imundo.
Quantos ex-presidiários transformaram-se em advogados, engenheiros, arquitetos e outros profissionais respeitados? Quantos empresários que começaram e perderam tudo várias vezes, estão hoje no topo da pirâmide, oferecendo centenas de  empregos?
Quantos cientistas criaram remédios para aquelas doenças que todo mundo dizia que não havia cura? Quantas vezes você já fez coisas que nem você mesmo acreditava ser capaz?
Essa é a sua oportunidade, amarre o passado em um saco e feche a boca para enterrar o que não te serve, use a experiência do erro para recuperar o tempo perdido, quando tudo estiver contra você, quando todos se afastarem, ainda assim, Deus estará com você e enviará centenas de anjos para segurar na sua mão, não para fazer o seu serviço, mas para lhe mostrar como ele pode ser feito com mais facilidade, qual o caminho mais seguro, qual a direção a seguir.
Vá, trabalhe, confie e siga adiante,pois  seu futuro é a luz!

OBS. Desconheço a autoria
Postado por Marisa Alverga

quarta-feira, 16 de maio de 2012


OBRIGADA, MAMÃE

              Mamãe: Que dizer-lhe?! Que eu a amo porque você me deu a vida?! Isso está tão badalado!
               Eu a amo porque você caminhou comigo de mãos dadas pelos íngremes caminhos da vida, semeando a minha estrada de belas rosas, enquanto as suas mãos sangravam nos espinhos que você aparava para não ferir as minhas. Eu a amo porque você foi a mais bela dádiva que o Criador me deu; porque você percorreu passo a passo a estrada por onde eu haveria de trilhar, livrando-a das pedrinhas e dos obstáculos para que eu não tropeçasse nas vicissitudes da vida; porque você me ensinou a amar, a ver a beleza cristalina das águas que cobrem a superfície da terra, numa simples poça d’agua; a vibrar de alegria ouvindo  o gorjear dos pássaros, a mirar extasiada o firmamento, admirando o pôr-d-sol no instante sublime do crepúsculo; a ver Deus em todas as coisas : no sorriso de uma criança, nas lágrimas de um ancião, no sofrimento dos que têm fome, no coração dos que anseiam por justiça, no altar das Igrejas. Você me ensinou a sorrir por entre a dor, a levantar-me após uma queda, mostrando-me que só os fracos não sabem se levantar quando caem; você me mostrou que é mais sublime morrer por um ideal do que se vender às honrarias do mundo. Você me mostrou a sua alma e nela eu vi refletido como num espelho do mais puro cristal, a beleza interior que você possui; porque você é grande na alegria e na tristeza; grande na dor como na felicidade. Mulher, força, beleza, divindade! Onde buscar as palavras certas para dizer-lhe tudo que  você representa para mim? Você é meu tudo, meu tesouro, minha vida.
               Como me sinto pequenina e humilde quando falo de você. Sou como um grão de mostarda ante os Andes! Um pigmeu ante um gigante!
               Nunca, Mamãe. Nunca mesmo, vou ser capaz de dizer-lhe o que você representa na minha vida. Só me resta agradecer-lhe por só ouvir dos seus lábios palavras de carinho. Por não guardar de você nenhuma mágoa. Você nunca foi desatenciosa comigo! Você nunca me bateu, sequer, com uma rosa. Você me deu tanto amor que fui obrigada a distribuí-lo entre os meus amigos, porque não conseguia guarda-lo todo para mim.
               Perdoe-me, Mamãe, por não saber amá-la como você merece. Permita-me, no entanto, desejar que todos os filhos do mundo possam dizer o que digo agora: Minha mãe? Minha mãe era uma santa.
                        

Marisa Alverga



HOMENAGEM DO ROTARY CLUB GUARABIRA  e do CLUBE DE  MÃES  PIEDADE MEDEIROS  (Loja Maçônica Tiradentes) à MÃE GUARABIRENSE


         Há as que estão no Céu e as que daqui não saíram!
         Há as ricas, as pobres, as brancas, as pretas, as de verdade, as emprestadas e as de mentira!
         As Marias, as Joanas, as Dolores!
         Há as muito felizes e as desgraçadamente infelizes. As que são amadas e as esquecidas. As a que nada lhes falta e as que lhes faltam tudo!
         São Mães e nada mais desejam. Castelos são construídos no ar, ricos e plenos de amor.
         As noites insones e as madrugadas indormidas nunca lhes calaram a voz e a cantiga de ninar foi inventada para lhes acariciar o coração.
         O sol da manhã lhes doura a fronte cansada e o dia renasce no sorriso que diviniza o rosto do filho e ela sonha o seu sonho e vive a vida que lhe deu! E rir o seu sorriso e chora a lágrima que lhe inunda a face.
         Nunca está cansada e nem se recrimina pelos percalços que a vida lhe impõe se está em jogo o futuro do filho.
         Pela lei natural da vida, partem primeiro para a eternidade, mas se por um infortúnio o contrário acontece, enterram o coração no túmulo que encerra o corpo amado e a vida nunca mais será a mesma! Mas entre o tumulto da vida e a dor da saudade, uma mulher se impõe para ensinar-lhes que a dor purifica, que Deus é sábio e o Paraíso existe para que os filhos que lá estão velem pelas mães que aqui ficaram. E quem nos ensina essas verdades é Maria, escolhida para ser a mãe do próprio Deus e que viu Seu Filho imolado para que a humanidade não perecesse nos abismos e precipícios da vida.       
         Em nome do Rotary Club Guarabira e do CLUBE DE MÃES PIEDADE MEDEIROS, abraçamos todas as Mães, não apenas as que aqui estão, mas as que do Céu ouvem seus filhos dizerem:
         “Mãe não rima, certamente,
         Mas vejo olhando a minha
         Que há muita rima se a gente
         Quiser chamá-la Mãezinha”.
                                     
                                    
                                               Marisa Alverga
ET. Dediquei esta crônica aos meus filhos - os de verdade e os do coração - Márcia, Joãozinho, Maisa, Mairla, Geraldinho e Sofia.


sexta-feira, 11 de maio de 2012


MÃES SÓ MORREM QUANDO           QUEREM - ( desconheço o autor)

“Eu tinha 7 anos quando matei minha mãe pela primeira vez.
Eu não a queria junto a mim quando chegasse à escola em meu 1º dia de aula.
Eu me achava forte o suficiente para enfrentar os desafios que a nova vida iria me trazer.
Poucas semanas depois descobri aliviado que ela ainda estava lá, pronta para me defender não somente daqueles garotos brutamontes que me ameaçavam, como das dificuldades intransponíveis da tabuada.
Quando fiz 14 anos eu a matei novamente.
Não a queria me impondo regras ou limites, nem que me impedisse de viver a plenitude dos vôos juvenis.
Mas logo no primeiro porre eu felizmente a redescobri viva foi quando ela não só me curou da ressaca, como impediu que eu levasse uma vergonhosa surra de meu pai.
Aos 18 anos achei que mataria minha mãe definitivamente, sem chances para ressurreição.
Entrara na faculdade,iria morar em república, faria política estudantil, atividades em que a presença materna não cabia em nenhuma hipótese.
Ledo engano: quando me descobri confuso sobre qual rumo seguir voltei à casa materna, único espaço possível de guarida e compreensão.
Aos 23 anos me dei conta de que a morte materna era possível, apenas requeria lentidão…
Foi quando me casei, finquei bandeira de independência e segui viagem.
Mas bastou nascer a primeira filha para descobrir que o bicho mãe se transformara num espécime ainda mais vigoroso chamado avó.
Para quem ainda não viveu a experiência, avó é mãe em dose dupla…
Apesar de tudo continuei acreditando na tese da morte lenta e demorada, e aos poucos fui me sentindo mais distante e autônomo, mesmo que a intervalos regulares ela reaparecesse em minha vida desempenhando papéis importantes e únicos, papéis que somente ela poderia protagonizar…
Mas o final dessa história, ao contrário do que eu sempre imaginei, foi ela quem definiu:
quando menos esperava, ela decidiu morrer.
Assim, sem mais, nem menos, sem pedir licença ou permissão, sem data marcada ou ocasião para despedida.
Ela simplesmente se foi, deixando a lição que mães são para sempre.
Ao contrário do que sempre imaginei, são elas que decidem o quanto esta eternidade pode durar em vida, e o quanto fica relegado para o etéreo terreno da saudade..
Não sei… Se a vida é curta
Ou longa demais pra nós,
Mas sei que nada do que vivemos Tem sentido, se não tocarmos o coração das pessoas.
Muitas vezes basta ser:
Colo que acolhe,
Braço que envolve,
Palavra que conforta, silêncio que respeita,
Alegria que contagia, lágrima que corre,
Olhar que acaricia, desejo que sacia,
Amor que promove.
E isso não é coisa de outro mundo,
É o que dá sentido à vida
É o que faz com que ela
Não seja nem curta,
Nem longa demais,
Mas que seja intensa,
Verdadeira, pura…
 Enquanto durar".

Postado por Marisa Alverga



EU SÓ QUERIA MINHA MÃE

Certa noite eu quis falar com Jesus, mas Ele me disse:

" É urgente! " , eu disse, " trata-se de minha mãe! "
" Calma ... agora não posso ", respondeu Ele suavemente.

Entre chocado e desapontado eu bradei:
" Está bem ! Com quem posso falar então?!? "

" Comigo, mas não agora que estou tão ocupado ".

Eu, doente e febril, tive que me conformar
e aguardar o momento "certo" para falar com Ele.

Sozinho, naquela cidade estranha, tudo que eu queria era o abraço de minha mãe, naquele momento tão distante de mim.

A febre deve ter se
elevado tanto, que adormeci.
Tive sonhos confusos e agitados, onde eu me via
sendo envolvido pelos braços amorosos de minha mãe.

Quando acordei, ensopado de suor, eu me sentia
maravilhosamente bem.

Lembrei-me que havia chamado por Jesus, mas não sabia exatamente se fôra um delírio ou se Ele falara comigo realmente.

Arrisquei, sentindo-me patético, a chamá-Lo de novo:
" Senhor! Agora é possível só responder-me a uma pergunta? "

Para minha surpresa, eu ouvi:
" Sim. O que você quer? "

" Era só para saber se realmente falei com o Senhor.
Agora não quero mais nada. Já estou bem
.
Quando O chamei, eu ia pedir-Lhe que me trouxesse minha mãe,
mas o Senhor estava muito ocupado para atender ao meu chamado.
Sonhei com ela e isso foi o bastante para curar-me ".

" Sim, eu estava muito ocupado,
atendendo alguém que tinha mais urgência do que você:

Eu estava escutando sua Mãe que me pedia para levá-la até aí ".

Mães são Anjos de Deus !

Ser mãe é ter Deus no coração
para colocá-lo no coração dos filhos.
OBS. Desconheço a autoria
Postado por Marisa Alverga

segunda-feira, 7 de maio de 2012


AS CORES DOS AMIGOS

 

Amigos são "cores", cada qual com seu matiz, e um jeitão sempre muito marcante.

Há o Amigo "cor verde" : É aquele que em tudo ressalta a beleza
da Vida e põe esperança nela. Ergue-nos!

Há o Amigo "cor azul" : Ele sempre traz palavras de paz e de serenidade,
dando-nos a impressão, ao ouvi-lo, que estamos em contato direto com o céu
ou com o profundo azul do mar.
Ele nos eleva!

Há o Amigo "cor amarela" : Ele nos aquece, assim como o sol;
faz-nos rir, sorrir e enxergar o amarelo brilho das estrelas bem ao alcance das nossas mãos.

Há o Amigo "cor laranja" : Ele nos traz a sensação de vigor, saúde, enriquece nosso espírito com energias que são verdadeiras vitaminas
para o nosso crescimento.

Há o Amigo "cor vermelha" :
É aquele que domina as regras de viver, é como nosso sangue.
Ele acusa perigos, mas nunca nos abala a coragem. É pródigo em palavras apaixonadas e repletas de caloroso amor.

Há o Amigo "cor roxa" :
Ele traz à tona nossa essência majestosa, como a dos reis e dos magos.
Suas palavras têm nobreza, autoridade e sabedoria.

Há o Amigo "cor cinza" : Ele nos ensina o silêncio, a interiorização
e o auto-conhecimento. É um indutor a pensamentos e reflexões.
Ajuda a nos aprofundar em nós mesmos.

Há o Amigo "cor preta" :
Ele é mestre em mostrar nosso lado mais obscuro, com palavras geralmente duras, atinge-nos sem "anestesia" e, com boas intençõesleva-nos a melhor considerar nossas atitudes perante a vida.

... E há o Amigo "cor branca" :
Esse é uma mistura de todos. é aquele que "saca" um pouco de cada um e nos revela verdades nascidas da vivência e da incorporação de conhecimentos.
Ele nos prova que, não só ele, mas também todos os outros, têm verdades aprendidas para partilhar conosco.
Se reunirmos a todos num Grande Encontro,
veremos um arco-íris de Amor e de Amizade.

Desconheço a autoria. Postado por Marisa Alverga

sábado, 28 de abril de 2012


VIVER OU JUNTAR DINHEIRO?
Max Gehringer


Recebi uma mensagem muito interessante de um ouvinte da CBN e peço licença para lê-la na íntegra, porque ela nem precisa dos meus comentários.
Lá vai: "Prezado Max, meu nome é Sérgio, tenho 61 anos e pertenço a uma geração azarada: Quando era jovem as pessoas diziam para escutar os mais velhos, que eram mais sábios. Agora dizem que tenho que escutar os jovens, porque são mais inteligentes.

Na semana passada li numa revista um artigo no qual jovens executivos davam receitas simples e práticas para qualquer um ficar rico. E eu aprendi muita coisa... Aprendi, por exemplo, que se eu tivesse simplesmente deixado de tomar um cafezinho por dia, durante os últimos 40 anos, eu teria economizado R$ 30.000,00. Se eu tivesse deixado de comer uma pizza por mês, teria economizado R$ 12.000,00 e assim por diante. Impressionado, peguei um papel e comecei a fazer contas, então descobri, para minha surpresa, que hoje eu poderia estar milionário.
Bastava não ter tomado as caipirinhas que tomei, não ter feito muitas das viagens que fiz, não ter comprado algumas das roupas caras que comprei e, principalmente, não ter desperdiçado meu dinheiro em itens supérfluos e descartáveis.

Ao concluir os cálculos, percebi que hoje eu poderia ter quase R$ 500.000,00 na conta bancária.

É claro que eu não tenho este dinheiro. Mas, se tivesse, sabe o que este dinheiro me permitiria fazer?

Viajar, comprar roupas caras, me esbaldar com itens supérfluos e descartáveis, comer todas as pizzas que eu quisesse e tomar cafezinhos à vontade. Por isso acho que me sinto absolutamente feliz em ser pobre.
Gastei meu dinheiro com prazer e por prazer, porque hoje, aos 61 anos, não tenho mais o mesmo pique de jovem, nem a mesma saúde. Portanto, viajar, comer pizzas e cafés, não faz bem na minha idade e roupas, hoje, não vão melhorar muito o meu visual!

Recomendo aos jovens e brilhantes executivos que façam a mesma coisa que eu fiz. Caso contrário, chegarão aos 61 anos com um monte de dinheiro em suas contas bancárias, mas sem ter vivido a vida".

"Não eduque o seu filho para ser rico, eduque-o para ser feliz.
Assim, ele saberá o valor das coisas, não o seu preço."

Postado por Marisa Alverga

quinta-feira, 26 de abril de 2012


ARQUIVO  SECRETO
                                              Autor desconhecido

No estado em que me achava, meio acordado, meio dormindo, me vi dentro de uma sala. Não existia nada de interessante nela, exceto uma parede cheia de gavetas para cartões. Aqueles cartões que existem em bibliotecas públicas, de arquivo de livros, etc. Mas estes arquivos, além de irem do chão ao teto, pareciam não ter fim e tinham também títulos bem diferentes.

Quando me aproximei destes arquivos, o primeiro título a me chamar atenção foi "Garotas de quem eu gostei". Abri-o e comecei a ver os cartões um por um, para logo fechar a gaveta, surpreso em reconhecer os nomes ali escritos.

De repente, sem ninguém precisar me dizer, descobri onde estava. Esta sala sem vida, era, na realidade, o catálogo da minha vida. Aqui estava tudo organizado por ações, todos os meus momentos, grandes e pequenos, em detalhes que minha mente não podia acompanhar. Um senso de curiosidade e espanto, misturado com horror surgia dentro de mim ao abrir cada gaveta para descobrir seu conteúdo. Algumas me traziam belas alegrias e contentamento, saudade e memórias. Outras me traziam uma vergonha tão grande que olhei por detrás de mim para ver se havia alguém me espiando. O arquivo intitulado "Amigos" estava ao lado do arquivo "Amigos que traí". Os títulos iam do mero mundano à extrema loucura: "Livros que li", "Mentiras que contei", "Conselhos que dei", "Piadas das quais ri". Alguns eram hilariantes devido à sua exatidão: "Coisas que gritei aos meus irmãos". Em outros não havia a menor graça: "Coisas que fiz quando estava com raiva", "Palavras que proferi contra meus pais por trás deles". Eu não parava de me surpreender com cada conteúdo que se apresentava. Alguns arquivos tinham normalmente mais cartões do que eu esperava. E outras vezes, menos do que eu sonhava. Eu estava estupefato com o volume de coisas que fiz durante minha curta vida. Como eu pude ter tido o tempo necessário para escrever esses milhões e milhões de cartões, cada um em sua exatidão?!? Mas cada cartão confirmava uma verdade. Cada um deles eu havia escrito com meu próprio punho e constava a minha assinatura em todos.

Quando puxei o arquivo "Erros que cometi", vi que o arquivo crescia para conter todo o seu conteúdo. Depois de puxar uns 4 ou 5 metros resolvi fechá-lo mais envergonhado do que nunca. Não somente pela qualidade depravada do seu conteúdo, pelas pessoas que magoei e também pelo vasto tempo perdido em minha vida que todo aquele arquivo representava.

Cheguei então num arquivo intitulado "Atitudes imorais". Senti um calafrio percorrer todo o meu corpo. Abri a gaveta somente um pouquinho, pois não estava a fim de testar o tamanho, e tirei um dos cartões. Fiquei todo arrepiado com o conteúdo. Senti-me muito mal em saber que estes momentos haviam sido gravados. Uma raiva animal tomou posse de mim. Um pensamento então me disse: "Ninguém deve saber da existência desses cartões! Ninguém deve entrar nesta sala! Tenho que destruir tudo!". Em frenéticos e loucos movimentos puxei uma das gavetas, estendendo metros e metros de conteúdo infinito. O tamanho do arquivo não importava. Nem o tempo que eu levaria para destruí-lo.

Quando a gaveta saiu, joguei-a no chão, de cabeça para baixo, e descobri que todos os cartões estavam grudados! Fiquei desesperado e peguei um bolo de cartões para rasgá-los. Não consegui. Peguei um só então. Era duro como aço quando tentei rasgá-lo. Derrotado e cansado, retornei a gaveta de volta ao seu lugar e encostando minha cabeça contra a parede, deixei um triste suspiro sair de mim.

Foi então que eu vi: um arquivo novo, como se nunca tivesse sido usado. A argolinha para puxar brilhando de limpa debaixo do título "Pessoas com quem falei de Cristo." Puxei o arquivo - 5 centímetros de comprimento. Eu podia conter os cartõezinhos em minha mão. Aí, então, as lágrimas vieram. Comecei a chorar. Soluços tão profundos que machucavam meu estômago e me faziam tremer todo. Caí de joelhos e chorei mais e mais. Chorei de vergonha, de pura vergonha. A infinita parede de arquivos, já embaçada pelas minhas lágrimas olhava de volta para mim, imóvel, insensível. Pensei: "Ninguém pode entrar aqui. Tenho que trancar esta sala e destruir ou esconder a chave."

Quando tentava enchugar as lágrimas eu O vi. Não! Ele não! Não aqui! Todo mundo, menos Jesus! Olhei-O, sem poder fazer nada, enquanto ele aproximou-se das gavetas e começou a abrí-las, uma por uma, lendo os seus conteúdos. Eu não podia ver a qual era a Sua reação. Nos momentos em que tomava coragem suficiente para olhar em Seu rosto, eu via uma tristeza bem mais profunda do que a minha. E parece que Ele ia exatamente nos piores títulos. E Ele tinha que ler cartão por cartão? Finalmente, Ele virou-se e ficou me olhando, desde o outro lado da sala onde estava. Olhou-me com dó em Seus olhos. Não havia nenhuma raiva. Abaixei a cabeça e comecei a chorar, cobrindo minha face com as mãos. Ele andou até mim, abraçou-me, mas não me disse nada. Ah! Ele poderia ter dito tantas coisas! Mas não abriu a boca. Simplesmente chorou comigo.

Depois, levantou-se e dirigiu-se para a primeira fila de arquivos. Abriu a primeira gaveta, numa altura que eu não alcançava, tirou o primeiro cartão e assinou o Seu nome. E assim começou a fazer com todos os cartões. Quando percebi o que Ele estava fazendo gritei "Não!" bem alto, correndo em Sua direção. Tudo o que eu podia dizer era: "Não!" "Não!". Seu nome não deveria estar nestes cartões. Mas ali estava, escrito num vermelho tão rico, tão escuro e tão vívido. O nome de Jesus cobriu o meu. Estava escrevendo com Seu próprio sangue. Ele olhou para mim um tanto triste e continuou a assinar. Nunca entenderei como Ele assinou todos os cartões tão depressa, pois quando me dei conta, Ele já estava ao meu lado. Colocou a mão no meu ombro e disse-me: "Eu, eu mesmo, sou o que apago as tuas transgressões, e dos teus pecados não me lembro", "Está consumado." Levantei-me e Ele levou-me para fora daquela sala. Não existia fechadura na porta, e ainda existem muitos cartões a serem escritos...
Se você se sente da mesma maneira, ainda há tempo de você mudar, e deixar Jesus usá-lo como instrumento para que o Seu amor possa tocar em outras vidas.
Meu arquivo "Pessoas com quem falei de Cristo" está um pouquinho maior agora.

Obs.
Enviado pela Profª  FRANCE 
Postado por Marisa Alverga

 


terça-feira, 24 de abril de 2012


A LÓGICA E OS LIMITES 

"Se escutar uma voz dentro de você dizendo 'Você não é um pintor',
então pinte sem parar, de todos os modos possíveis, e aquela voz será silenciada." 
 
Há muitas razões para você ter medo de tentar,
muitas razões para falhar, muitas razões para desistir,
muitas razões para voltar à sua concha e esperar a vida se esgotar.
Aos poucos. Jogando fora um dia de cada vez.

Sim. Há muitas razões para acreditar naquela voz, dentro da sua cabeça, que tenta anular você, corromper seu potencial e convencer você de que é um desperdício tentar dar o próximo passo.

Essa voz diz: "Para que escrever a própria história?
Assista TV, e viva a história de outros,coma mais e não se exercite, para destruir sua principal máquina de mudar seu mundo;
esqueça o amor, anule-se."

Estas são as mensagens que tentam derrubar você.
Há muitas razões para desistir.
Todas, absolutamente todas, falsas.

Os limites estão em você, não em regras criadas por outros.
Nossa sociedade é dominada pela absurda "lei das médias".
Se a maioria não  consegue, tentam fazer com que você acredite
que jamais conseguirá.

Aleijadinho não acreditava na voz interior que dizia,
com toda a lógica do mundo, que "aleijados não podem ser escultores".

Era lógico, mas era falso.
 Santos Dumont não acreditou nos compatriotas que insistiam em dizer que o homem não poderia voar com um veículo mais pesado que o ar.Era lógico, mas era falso.

O mundo é plano, diziam aos navegadores. Era lógico, mas era falso. 
 Há muitas coisas nas quais você acredita, com lógica, mas que são
absolutamente falsas.

É fácil inventar uma razão, um motivo aparentemente lógico,
para qualquer coisa. Mas sua vida pode ser muito mais do que um
amontoado de desculpas lógicas.

Sua vida é muito mais do que qualquer razão para desistir de um sonho.
Sua vida é muito mais do que seu passado ruim, suas experiências
de dor e seus medos ancestrais. Sua vida é tudo o que ainda virá.
Não importam os limites do seu passado, eles não existem mais.

Seu futuro pode ser tudo o que você desejar. Escolha os companheiros de viagem...
e vá.

Por isso, toda vez que "escutar uma voz dentro de você dizendo
'Você não é um pintor', então pinte sem parar, de todos os modos possíveis,
e aquela voz será silenciada.", como afirmou Van Gogh,
um dos maiores pintores da história.

Substitua a palavra "pintor" por engenheiro,jornalista, arquiteto, policial,
mãe, professor, motorista, cantor,ator, escritor.... ou o que você desejar.

E acredite nisso: sua mente e seu corpo são obrigados a seguirem as suas decisões,
suas ações e suas crenças. Silencie a voz que tenta derrubar você.
Porque ela pode até ser lógica, mas é falsa. Não acredite nela.

Aldo Novak

Postado por Marisa Alverga