sábado, 15 de fevereiro de 2014

UNOPAR EAD


UNOPAR EAD
   Estude  você também na UNOPAR, a maior Universidade a distância no Brasil. No ensino a distância da UNOPAR você tem 23 cursos a sua escolha, com aulas ao vivo, via satélite, uma vez por semana. Cursos reconhecidos pelo MEC. O Diploma é igualzinho ao do presencia e as mensalidades cabem no seu bolso.
Inscreva-se no site unopar.brligue (83) 32713834 ou 7946 ou visite o Polo de Guarabira à rua Luiz Porpino da Silva, 120 – Bairro Areia Branca.
Vestibular UNOPAR 2014! Prova dia 26 de janeiro/2014.
UNOPAR MAIS PROXIMA PARA VOCÊ IR MAIS LONGE
NOVOS CURSOS: EDUCAÇÃO FÍSICA, SOCIOLOGIA, ECONOMIA E ARTES VISUAIS.
ALGUNS CURSOS  COM AULAS AOS SÁBADOS, das 09:00h às 12:00h.

AULAS AOS SÁBADOS DAS 09:00às 12:00h  


Postado por Marisa Alverga






DESPEDIDA DE UM GÊNIO

.
Ao se retirar da vida pública por razões de saúde, Gabriel García Márquez enviou uma carta de despedida a seus amigos.

Uma mensagem de sabedoria e uma breve lição de vida. Certamente essa mensagem se perpetuará como peça valiosa do acervo que nos legará esse que é um dos mais brilhantes escritores latino-americanos...

Se por um instante Deus se esquecesse de que sou uma marionete de pano e me presenteasse um pedaço de vida, aproveitaria esse tempo o máximo que pudesse.

Possivelmente não diria tudo o que penso, mas definitivamente pensaria em tudo o que digo.

Daria valor às coisas, não por aquilo que valem, senão pelo que significam.

Dormiria pouco, sonharia mais, entendo que por cada minuto que fechamos os olhos, perdemos sessenta segundos de luz.

Andaria quando os demais se detivessem, despertaria quando os demais dormissem.

Se Deus me obsequiasse um pedaço de vida, me vestiria de maneira simples, me deitaria de bruços ao sol, deixando descoberto, não somente meu corpo, senão minha alma.

Aos homens eu provaria o quanto equivocados estão ao pensar que deixam de se apaixonar quando envelhecem, sem saber que envelhecem quando deixam de se apaixonar!

A uma criança lhe daria asas, mas deixaria que ela aprendesse a voar sozinha.

Aos velhos lhes ensinaria que a morte não chega com a velhice, senão com o esquecimento.

Tantas coisas eu aprendi de vocês, os homens...

Eu aprendi que todo o mundo quer viver em cima da montanha, sem saber que a verdadeira felicidade está na forma de subir a escarpada.

Eu aprendi que quando um recém-nascido aperta com seu pequeno punho, pela primeira vez, o dedo de seu pai, o tem preso para sempre.

Eu aprendi que um homem só tem direito de olhar a um outro de cima para baixo, quando vai ajudá-lo a levantar-se.

São tantas coisas as que eu pude aprender de vocês, mas realmente não haverão de servir muito, porque quando me guardarem dentro dessa maleta, infelizmente eu estarei morrendo.

Sempre diga o que sentes e faz o que pensas.

Se soubesse que hoje fosse a última vez que vou te ver dormir, te abraçaria fortemente e rezaria ao Senhor para poder ser o guardião de tua alma. Se soubesse que estes são os últimos minutos que te vejo diria "te quero" e não assumiria, estupidamente, que você já sabe.

Sempre há um amanhã e a vida nos dá outra oportunidade para fazer as coisas bem, mas se por acaso me equivoco e hoje é tudo o que nos resta, eu gostaria de te dizer o quanto te quero, que nunca te esquecerei.

O amanhã não está assegurado a ninguém, jovem ou velho. Hoje pode ser a última vez que vejas aos que amas. Por isso não esperes mais, faça hoje, já que, se o amanhã nunca chegar, seguramente lamentarás o dia em que não tomastes tempo para um sorriso, um abraço, um beijo e que estivestes muito ocupado para conceder-lhes um último desejo.

Mantém os que amas perto de ti, diga-lhes ao ouvido o muito que precisas deles, queira-os e trata-os bem, tome tempo para dizer-lhes "sinto muito", "perdoa-me", "por favor", "obrigado" e todas as palavras de amor que conheces.

Ninguém te recordará pelos teus pensamentos secretos. Pede ao Senhor a força e a sabedoria para expressá-los. Demonstra a teus amigos e seres queridos o quanto te importam.

Postado por Marisa Alverga
                               

O TEMPO do TEMPO 

                  Mesmo com toda pressão do mundo, não se cobre tanto, faça o que for possível. O possível por vezes é quase nada, então não se culpe, nem perca o juízo, apenas espere.
             O agricultor olha para o tempo e sabe que se lançar as sementes e não chover, perderá todo seu tempo e o dinheiro.
             Se chover demais no mesmo dia, as sementes são jogadas para fora das covas. Tempo, dinheiro, trabalho perdidos.
              Por isso não acredite que esse tempo de espera é inútil, às vezes o chamado do emprego não veio; pois virá outro melhor.
                   Talvez, o relacionamento acabou, pois não era esse o seu amor.
               Quem sabe , esse concurso deu errado, pois você não estudou o suficiente, e às vezes nem gostaria de trabalhar nessa vaga.
           Quem garante que o avião que você perdeu a hora vai chegar ao destino sem turbulências horrorosas, ou até mesmo chegar?
               Por que essa preocupação com a próxima terça-feira se estamos na quinta, e nem sabemos se chegaremos lá?
             Preocupe-se com o dia de hoje! O Universo não anda com o relógio, não marca o tempo.
               Para ele e para nós só o agora é o infinito. Viva bem este momento, pois só ele é o seu “tempo,” o resto é aventura, sonho ou pesadelo, depende de suas emoções.
                 Crie a paz, respire, envolva-se pela paz. Este é o melhor dia da sua vida, de todos os dias...

Postado por Marisa Alverga









EFÊMERO

Se pudéssemos ter consciência do quanto nossa vida é efêmera,
talvez pensássemos duas vezes antes de jogar fora as oportunidades
que temos de ser e de fazer os outros felizes.
Muitas flores são colhidas cedo demais.
Algumas, mesmo ainda em botão. Há sementes que nunca brotam e
há aquelas flores que vivem a vida inteira até que, pétala por pétala,
tranqüilas, vividas, se entregam ao vento.
Mas a gente não sabe adivinhar.
A gente não sabe por quanto tempo estará enfeitando esse
Éden e tampouco aquelas flores que foram plantadas ao nosso redor.
E descuidamos. Cuidamos pouco
. De nós, dos outros.
Nos entristecemos por coisas pequenas e perdemos minutos
e horas preciosas. Perdemos dias, às vezes anos.
Nos calamos quando deveríamos falar; falamos demais quando deveríamos,
ficar em silêncio. Não damos o abraço que tanto nossa alma pede porque
algo em nós impede essa aproximação. Não damos um beijo carinhoso
porque não estamos acostumados com isso” e não dizemos que gostamos
porque achamos que o outro sabe automaticamente o que sentimos.
E passa a noite e chega o dia, o sol nasce e adormece e
continuamos os mesmos, fechados em nós. Reclamamos do que não temos,
ou achamos que não temos suficiente. Cobramos.
Dos outros. Da vida. De nós mesmos. Nos consumimos.
Costumamos comparar nossas vidas com as daqueles
que possuem mais que a gente.
 E se experimentássemos comparar com aqueles que possuem menos?
Isso faria uma grande diferença!
E o tempo passa...
Passamos pela vida, não vivemos.
Sobrevivemos, porque não sabemos fazer outra coisa.
Até que, inesperadamente, acordamos e olhamos pra trás.
 E então nos perguntamos: e agora?!
Agora, hoje, ainda é tempo de reconstruir alguma coisa,
de dar o abraço amigo, de dizer uma palavra carinhosa,
de agradecer pelo que temos.
Nunca se é velho demais ou jovem demais para amar,
dizer uma palavra gentil ou fazer um gesto carinhoso.,
Não olhe para trás. O que passou, passou. O que perdemos, perdemos.,
Olhe para frente!
Ainda é tempo de apreciar as flores que
estão inteiras ao nosso redor.
Ainda é tempo de voltar-se para Deus e agradecer pela vida,
que mesmo efêmera, ainda está em nós.

Postado por Marisa Alverga








CARTA A UM AMIGO QUE PARTIU PRIMEIRO
Guarabira, 18 de janeiro de 2014

Adeus, Adonias! A/Deus, meu amigo!
Você partiu primeiro para um lugar para onde todos iremos um dia, independente de cor, idade ou credo! Ninguém escapa.
A morte – como está escrito – age como um ladrão que, na calada da noite invade a sua casa e rouba o seu bem mais precioso: a sua vida.
Alguns partem e ninguém nota. Outros, no entanto, chamam a atenção porque viveram de maneira tal, que “até o agente funerário chora a sua partida”.
Foi assim com você.
E quem foi você? Que legado deixou para o mundo?
Dizer que foi um trabalhador digno, honrado, todo mundo sabe.
            Um pai amoroso que deixou de herança para seus filhos um tesouro que nenhum ladrão  tem acesso: a educação, isso é público e notório.
            Como esposo soube viver o sacramento do matrimônio, honrando a companheira  que escolheu para na vida dividir os bons e maus momentos e ninguém desconhece esta verdade.
            Sabe, Adonias, ninguém morre de uma vez. A gente vai morrendo aos pedacinhos, na morte dos que amamos. A dor da separação é terrível e o que nos mantém vivos é a certeza do reencontro.
            No Paraíso onde você está, com certeza é melhor do que aqui.
            Por que tenho certeza de que você está no Céu de Deus? É simples.
            Você tinha sempre uma palavra amável para quem de você se acercava. Amigo ou não, isso, realmente era secundário;
            Você encontrava sempre uma solução para qualquer problema;
            Ninguém chegava perto de você sem se tornar uma pessoa melhor.
            Visitei-o algumas vezes, mas diariamente buscava notícias e você entende as minhas razões.
            Na véspera do Ano Novo, depois da Missa, fui vê-lo. Você estava dormindo e prometi voltar no dia seguinte, mas sabia que não o faria.
            Sabe porque sei tanto a seu respeito? Porque éramos amigos e com você posso empregar este vocábulo. Amizade é uma palavra muito forte e não costumo empregá-la a toa.
            Adeus, Adonias!  A própria Mãe de Deus será sua anfitriã aí no Céu e  nos Seus braços você não sentirá mais dores, nem frio!
            Não conheço os caminhos da eternidade, senão pelos passos dos meus amigos, mas sei que eles levam ao Pai. A saudade será constante no coração dos que o amaram.
            A/Deus, meu amigo! Até um dia! Quando? Isso a Deus pertence!
                                               Sua amiga,
                                                                       Marisa Alverga


             

   UNOPAR EAD
   Estude  você também na                UNOPAR, a maior Universidade a distância no Brasil. No ensino a distância da UNOPAR você tem 23 cursos a sua escolha, com aulas ao vivo, via satélite, uma vez por semana. Cursos reconhecidos pelo MEC. O Diploma é igualzinho ao do presencia e as mensalidades cabem no seu bolso.
Inscreva-se no site unopar.brligue (83) 32713834 ou 7946 ou visite o Polo de Guarabira à rua Luiz Porpino da Silva, 120 – Bairro Areia Branca.
Vestibular UNOPAR 2014! Prova dia 24 de novembro.
UNOPAR MAIS PROXIMA PARA VOCÊ IR MAIS LONGE
NOVOS CURSOS: EDUCAÇÃO FÍSICA, SOCIOLOGIA, ECONOMIA E ARTES VSUAIS.
ALGUNS CURSOS. FAÇA A CONSULTA NO POLO UNOPAR.

AULAS AOS SÁBADOS DAS 09:00às 12:00h  


Postado por Marisa Alverga



           ANO NOVO – 2014 - VIDA  NOVA

        Um  Novo Ano chegou e não se deteve, por nada. Logo  o Ano Velho silenciosamente se despediu. A gente nem notou que ele se foi para sempre,  sem adeus, nem até logo e jamais voltará.

        E nós que com ele convivemos por 365 dias, nem saudade sentiremos. Um Ano se foi – diremos – e outro chegou e então nos voltamos inteiramente para esse que chega! Às últimas badaladas  do relógio anunciando a sua chegada, vieram acompanhadas pelo colorido das luzes e o espocar dos fogos e ao borbulho da champagne se misturam os abraços e votos de Feliz Ano Novo.

        Planos mirabolantes que nunca se realizarão; sonhos que não se concretizarão é o que desejamos aos outros e a nós mesmos e não há falsidade nisso; são desejos sinceros, como paz para o mundo. Um mundo novo, sem violência, sem drogas, sem fome, nem miséria. Saúde para todos nós, conhecidos ou não, que se tenha dinheiro ou não, pois isso seria obrigação do Governo. O Governo seria o nosso Plano de Saúde, sem distinção de qualquer espécie.

        Que não falte escola para os nossos filhos e os filhos dos outros e de boa qualidade, ai incluindo – se professores qualificados e bem remunerados.

        Emprego para todo mundo, o que se traduz por mesa farta, roupa decente, remédio para quem precisar, qualificação profissional.

        O lazer é tão necessário à vida quanto o ar que respiramos; que o salário permita um cinema, uma ida à danceteria, a uma balada; uma viagem,  unindo  o útil ao agradável, para conhecermos outros costumes, outras culturas; de  vez em quando uma cerveja, num bate-papo gostoso com os amigos.

        Aos nossos governantes, caráter, dignidade, vergonha na cara, pois como  dizia Capistrano de Abreu, nos idos de 1926: “ A Constituição Federal precisa apenas de um Artigo: Todo brasileiro fica obrigado a ter vergonha”.

        À noitinha, junto com a vizinhança, cadeiras na calçadas e infindáveis bate-papos, recordações de antigamente, atualidades, ai incluídas poesias, histórias da carochinha, “causos”, piadas, etc,. Sem medo de assaltos. Que a violência seja varrida da sociedade. Filhos matando os pais, pais matando os filhos? Nem em ficção!

        Fome? O que é isso? Haverá pão em todas as mesas. Ninguém nem precisa ser caridoso, dividindo o seu pão com os outros, pois todos terão de sobra com que se alimentar.

        Drogas? Não, isso não existiria nem em pensamento. Crianças e adolescentes estragando suas vidas por uma pedrinha idiota, enquanto pessoas inescrupulosas enriquecem, graças à desgraça dos outros?  Nem pensar.

        São ou não sonhos que nunca se realizarão, desejos que não se concretizarão?

        É, mas sonhar é privilégio de todos e se nunca se realizarem, mesmo assim são belos porque são sonhos.

                                      
Marisa Alverga

Gba, 12.01.14




                                  CRÔNICA: Bom Dia HOJE:



              Quando cada um de nós fizer o pequeno trabalho de cuidar de nós mesmos, o grande trabalho de tomar conta de todos será automaticamente completado.

         Oi  Maria Christina, tudo bem com você?

Sabe que dia é hoje Maria Christina? Hoje é dia de descobertas! Isso mesmo! Descubra em primeiro lugar, o que você tem de bom para oferecer ao mundo.

Nem pense em me responder que não tem nada a oferecer, Maria Christina!

Sabe aquele sorriso que todo mundo gosta? Ou aquele seu jeito de falar com cada um com carinho e atenção?

Quem sabe não seja a sua facilidade de cuidar dos doentes (do corpo e da alma)?

  Pode ser, que todo mundo goste mesmo é da sua disposição e invejem a sua atitude sempre firme.

  Lembre-se então Maria Christina. Hoje é dia de descobertas.
  Por isso mesmo, coloque um desafio diferente para a sua vida. Desafie-se!
  Pare de ser pessimista ou otimista demais, caia na real e use a sua força, a sua fé , a sua determinação para buscar, uma saída, uma conquista, uma mudança, por menor que seja, na sua vida rotineira.
  Quer saber mais uma coisa Maria Christina? Esse é o maior desafio para muita gente: sair da rotina.
  É verdade.  Tem muita gente que é incapaz de mudar o roteiro de sua vida, sair daquele velho trajeto que se acostumou a fazer todos os dias, todas as horas.
  E tem mais, Maria Christina.  Tem muita gente que é infeliz, porque aceitou e acostumou-se com a infelicidade, só porquê botou na cabeça que não merece ser feliz e que sua vida não tem solução.
  Sabe o que penso disso?  Tudo mentira, tudo invenção, tudo pode ser diferente;
  Então, hoje eu lhe proponho um desafio: faça algo diferente na sua vida. Pode ser na maneira de se vestir. Pode ser no perfume que você sempre usa.
  Pode ser até no jeito de falar. Pode ser no jeito de andar. Quem sabe, não seja apenas mudar seu trajeto de casa para a escola ou trabalho?
  Ah, e só para variar, pegue um ônibus errado, mas faça alguma coisa para sair da rotina!
  E pra fechar este dia com “chave de ouro”:
  Surpreenda a pessoa amada; mande flores, um cartão animado.
  Surpreenda seus pais e pendure-se no pescoço deles enchendo-os de beijos.
  Surpreenda um amigo e diga o quanto ele é importante na sua vida.
  Surpreenda seu chefe e termine seu serviço com mais eficiência.
  Surpreenda seus professores e tire nota máxima em todas as provas.
Surpreenda a você mesmo, e perceba que você é feliz com o que já possui.
  O que você achou, até aqui Maria Christina?
  Tenho certeza de que você possui qualidades maravilhosas que andam escondidas por uma dor antiga, por um remorso besta, ou por puro preconceito.
  Por fim, surpreenda o Criador do Universo, mostrando que você não é apenas um ser pedinte, um mendigo da esmola divina, e agradeça-lhe, porquê sem Ele, nada vale a pena!
  Finalmente, me surpreenda, contando se valeu a pena mudar um pouco sua rotina!
Pense nisso Maria Christina...
Tenha um Bom Dia HOJE! Surpreendente...

Sigmar Sabin

 





               COMO ENVELHECER SEM FICAR VELHO


Ginecologista e obstetra que completou 93 anos neste mês dá dicas de
alimentação e qualidade de vida

Ele completou 93 anos no último dia 4. E, ao contrário de muitos que chegam a esta idade, o médico ginecologista e obstetra Moysés Paciornik tem muita disposição para viver, saúde que faz inveja aos mais novos e muita, mas muita vontade de trabalhar. Isso mesmo, ele continua batendo o cartão na Rua José Loureiro, no mesmo consultório onde começou a atender aspacientes.
Deixou de fazer partos e cirurgias aos 90 anos, mas ainda se dedica à
clínica. No currículo, já ajudou mais de 60 mil crianças a nascer. Ficou
famoso em Curitiba e no mundo inteiro porque aprendeu a envelhecer sem ficar velho. Com esse tema publicou, em 2000, um livro que trata do
envelhecimento e da geriatria. É membro da Academia Paranaense de Letras e da Academia Brasileira de Médicos Escritores.
Em entrevista à Gazeta do Povo, Paciornik conta alguns dos segredos para quem quer chegar aos 100 anos de idade. Segundo ele, é preciso evitar os três pós brancos (açúcar, farinha e sal) e praticar exercícios
regularmente. Com a palavra, o Dr. Cócoras. Quem desconhece o motivo desse apelido simpático, já vai entender o porquê.
Qual é a mensagem que o senhor pode passar às pessoas que desejam
envelhecer com saúde?
Elas precisam aprender a comer corretamente e fazer exercícios. Na
atualidade, esses dois assuntos são modernos e todo mundo sabe. Devemos evitar os três pós brancos: o açúcar, a farinha e o sal. Isso já vem sendo difundido há 40 anos. A questão é que muitas revistas falam hoje de como comer certo com conselhos mais ou menos complicados. Eu sou prático. Evite os pós brancos e a gordura animal. Mas vamos nos alimentar do quê? O que Deus colocou no mundo precisa ser comido, que é o que o índio da mata come.
Na mata, ele não tem os pós brancos. Come verduras, frutas, carne magra
resultado da caça, tudo à vontade.
E o senhor leva essa dieta a sério? Consegue evitar alimentos que fazem mal à saúde?

Gosto de chocolate, mas evito. De um modo geral, qualquer doce é gostoso, contudo tem de ser evitado. De vez em quando dá para comer uma sobremesa. Porém, eu procuro não comer qualquer tipo de bolo, pão, bolacha e macarrão, tudo o que tem açúcar e farinha. O sal deve ser usado moderadamente. Pela manhã, como duas qualidades de frutas e café com leite magro sem açúcar. No almoço e jantar é salada, carne magra (suína em geral não como, porque não gosto). Também incluo no cardápio arroz branco e feijão. Qualquer qualidade de peixe está liberada.
Com essas dicas, é certo concluir que somente as pessoas magras vão



viver mais?
As magras estão menos sujeitas a uma série de doenças. Se não comem gordura  animal, evitam o colesterol e os triglicerídios. Se retiram da alimentação o açúcar e a farinha, previnem a diabete. Sem o sal, a pessoa não vai estar propensa a ter hipertensão arterial.
Em relação aos exercícios físicos, ir à academia ou caminhar todos os dias
é suficiente?
Ambos são uma boa alternativa para envelhecer, porque protegem o organismo. Mas aconselho subir e descer escadas. Isso porque é um exercício econômico, eficiente e não custa nada. Até os meus 90 anos subia e descia as escadas  dos 19 andares do meu prédio duas vezes ao dia. Hoje só desço. Trabalho o corpo todo nessa atividade física, porque também pratico o 'up and down'(em português, levantar e baixar), ou seja, fico de cócoras e depois levanto, esticando todo o meu corpo. Faço isso duas vezes em cada pavimento. O 'up and down' é barato, não custa nada e pode ser feito em qualquer lugar. Não requer aparelhos e os resultados aparecem dentro de poucos dias. Uma vez fui aos Estados Unidos visitar o Empire State Building e subi, sem parar, os 120 pavimentos do edifício. Mas naquela época eu era mocinho, tinha 78 anos.
Quais os benefícios de ficar de cócoras ou fazer o 'up and down' algumas
vezes ao dia?
Na década de 70, compreendemos porque as índias caingangues não têm
varizes, celulite e a pele do rosto é perfeita. Observamos também o porquê das índias da mata conservarem o canal genital em muito melhor estado do que as mulheres civilizadas. A primeira questão está relacionada ao parto de cócoras. No parto deitado, o canal vaginal se estreita cerca de 28%. Então, esse canal estreito é mais fácil de rasgar e machucar a mulher. Ele é um dos culpados. Porém, fomos ao Paraguai e descobrimos outra questão importante. Por que as índias da mata que moram nesse país fazem o parto deitado e não estão tão estragadas como descobrimos que isto também deve-se ao fato de as índias não usarem
cadeira.
Eis a chave de todo o problema.
A cadeira é prejudicial à saúde?
Tem uma lei de medicina que explica que todo órgão em repouso prolongado  enfraquece. Sentado na cadeira, o corpo inteiro - da cabeça aos pés - está em repouso. Então tudo fica fraco e as conseqüências são varizes, celulites, dores na coluna, problemas com prisão de ventre. De cada 100 civilizados, 80 têm ou terão dor na coluna.
E o que as pessoas que trabalham o dia todo sentadas devem fazer?
A cada uma ou duas horas é preciso parar para fazer o 'up and down'. O
ideal é que se pratique até cem vezes o ato de levantar e baixar. Já



no
sofá, na hora de assistir televisão, as pessoas devem ficar em posição de
ioga, com as pernas cruzadas
como os índios. Isso porque o sangue espremido é bombeado para a cabeça e o cérebro recebendo mais sangue funciona melhor.
É uma boa dica para quem está estudando e para quem quer evitar a celulite.


Dr. Moysés Paciornik, médico.
Postado por Marisa Alverga


                 AQUARELA DA VIDA





Envelhecer é o único meio de viver muito tempo.

A idade madura é aquela na qual ainda se é jovem porém com muito mais esforço.

O que mais me atormenta em relação às tolices de minha juventude, não é havê-las cometido ... e sim não poder voltar a cometê-las.

Envelhecer é passar da paixão para a compaixão.

Muitas pessoas não chegam nos oitenta porque perdem muito tempo tentando ficar nos quarenta.

Aos vinte reina o desejo, aos trinta reina a razão e aos cinquenta o juízo.

O que não é belo aos vinte, forte aos trinta, rico aos quarenta, nem sábio aos cinquenta, nunca será nem belo, nem forte, nem rico, nem sábio...

Quando se passa dos sessenta são poucas as coisas que nos parecem absurdas.

Os jovens pensam que os velhos são bobos; os velhos sabem que os jovens o são.

A maturidade do homem é voltar a encontrar a serenidade como aquela que se usufruía quando era menino.

Nada passa mais depressa que os anos.

Quando era jovem dizia: "verás quando tiver cinquenta anos".
Tenho cinquenta anos e não estou vendo nada.

Nos olhos dos jovens arde a chama, nos olhos dos velhos brilha a luz.

A iniciativa da juventude vale tanto quanto a experiência dos velhos.

Sempre há um menino em todos os homens.

A cada idade lhe cai bem uma conduta diferente.

Os jovens andam em grupo, os adultos em pares e os velhos andam sós.

Feliz é quem foi jovem em sua juventude e feliz é quem foi sábio em sua velhice.

Todos desejamos chegar à velhice e todos negamos que tenhamos chegado.

Não entendo isso dos anos; que, todavia, é bom vivê-los, não tê-los.
(desconheço autoria).
Postado por Marisa Alverga


NÓS MULHERES


Dizem que, a uma certa idade, nós as mulheres nos fazemos invisíveis. Que nossa atuação na cena da vida diminui e que nos tornamos inexistentes para um mundo onde só cabe o impulso dos anos jovens.

Eu não sei se me tornei invisível para o mundo, mas pode ser. Porém nunca fui tão consciente da minha existência como agora, nunca me senti tão protagonista da minha vida, e nunca desfrutei tanto cada momento da minha existência.

Descobri que não sou uma princesa de contos de fada; descobri o ser humano sensível que sou e também muito forte. Com suas misérias e suas grandezas. Descobri que posso me permitir o luxo de não ser perfeita, de estar cheia de defeitos, de ter fraquezas, de me enganar, de fazer coisas indevidas e de não corresponder às expectativas dos outros.
E a pesar disso…
Gostar de mim

Quando me olho no espelho e procuro quem fui… sorrio àquela que sou… Me alegro do caminho andado, assumo minhas contradições. Sinto que devo saudar a jovem que fui com carinho, mas deixá-la de lado porque agora me atrapalha. Seu mundo de ilusões e fantasias, já não me interessa. É bom viver sem ter tantas obrigações. Que bom não sentir um desassossego permanente causado por correr atrás de tantos sonhos.

“A vida é tão curta e a tarefa de vivê-la é tão difícil
 que quando começamos
 a aprendê-la, já é hora de partir "

quinta-feira, 7 de novembro de 2013

A FLAUTA E O SABIÁ


Ficheiro:Turdus-rufiventris.jpg
Em rico estojo de veludo, pousado sobre uma mesa de charão, jazia uma flauta de prata. Justamente por cima da mesa, em riquíssima gaiola suspensa ao teto, morava um sabiá. Estando a sala em silêncio, e descendo um raio de sol sobre a gaiola, eis que o sabiá, contente, modula uma ária. 
Logo a flauta escarninha põe-se a casquinar no estojo como a zombar do módulo cantor silvestre. — De que te ris? indaga o pássaro. E a flauta em resposta:
— Ora esta! pois tens coragem de lançar guinchos diante de mim?
— E tu quem és? ainda que mal pergunte.
— Quem sou? Bem se vê que és um selvagem. Sou a flauta. Meu inventor, Mársias, lutou com Apolo e venceu-o. Por isso o deus despeitado o imolou. Lê os clássicos.
— Muito prazer em conhecer... Eu sou um mísero sabiá da mata, pobre de mim! fui criado por Deus muito antes das invenções. Mas deixemos o que lá se foi. Dize-me: que fazes tu?
— Eu canto. 

— O ofício rende pouco. Eu que o diga que não faço outra coisa. Deixarei, todavia, de cantar e antes nunca houvesse aberto o bico porque, talvez, sendo mudo, não houvessem escravizado se, ouvindo a tua voz, convencer-me de que és superior a mim. Canta! Que eu aprecie o teu gorjeio e farei como for de justiça.
— Que eu cante?!...
— Pois não te aprece justo o meu pedido?
— Eu canto para regalo dos reis nos paços; a minha voz acompanha hinos sagrados nas igrejas. O meu canto é harmoniosa inspiração dos gênios ou a rapsódia sentimental do povo.
— Pois venha de lá esse primor. Aqui estou para ouvir-te e para proclamar-te, sem inveja, a rainha do canto.
— Isso agora não é possível.
— Não é possível! por quê?
— Não está cá o artista.
— Que artista?
— O meu senhor, de cujos lábios sai o sopro que transformo em melodia. Sem ele nada posso fazer.
— Ah! é assim?
— Pois como há de ser?
— Então, minha amiga modéstia à parte vivam os sabiás! Vivam os sabiás e todos os pássaros dos bosques, que cantam quando lhes apraz, tirando do próprio peito o alento com que fazem a melodia. Assim da tua vanglória há muitos que se ufanam. Nada valem se os não socorrem o favor de alguém; não se movem se os não amparam; não cantam se lhes não dão gorjeia porque tem voz. E sucede sempre serem os que vivem do prestígio alheio, os que mais alegam triunfos. Flautas, flautas... cantam nos paços e nas catedrais... pois venha daí um dueto comigo.
E, ironicamente, a toda voz, pôs-se a cantar o sabiá, e a flauta de prata, no estojo de veludo... moita.
Faltava-lhe o sopro.
(Coelho Neto)

Postado por Marisa Alverga





A SAIA DA MINHA VIZINHA




Incrível como a vida, as experiências, os tombos,
os "sapos" que acabamos engolindo sem querer,
nos ensinam a enxergar as coisas de outra maneira.

Eu era uma daquelas mulheres vazias,
que me importava com a combinação das almofadas,
com aquele arranjo de flores, com a louça do banheiro...
Que me indignava com o "comprimento" da sai da minha vizinha,
que insistia, todos os dias, em sair pelas ruas,
deixando a “homarada” em polvorosa.

Como eu era medíocre ao sair por aí julgando "a" ou "b"
por suas vestes ou, pelo descuido com sua casa.

Nossa! Como iria receber meus amigos sem que a
casa estivesse impecável, sem um faqueiro de prata,
sem aqueles pratos pintados à mão?

Meu Deus, como eu era mesquinha, como a "saia da vizinha"
me incomodava, como o faqueiro era mais importante que minha
vida, como julgava, como tratava meus amigos tão formalmente.

Falar palavrão? Era coisa de gentinha... 

Eu só queria receber diplomatas e, ai de mim, se a piscina,
a churrasqueira e a sauna não estivessem funcionando. 

Mas, um dia eu me vi numa UTI, toda entubada, 

pelada, morrendo de frio, a vida indo “prás cucuias” por conta de 

uma cirurgia no cérebro.

Naquele instante eu queria estar na rua,
observando a “homarada” boquiaberta olhar minha vizinha passar,
ver o sol, mandar o faqueiro para "aquele lugar".

EU QUERIA VIVER!

Mas, naquele momento, eu aprendia, então pensava:
- Minha vizinha está lá, andando com a saia curta,
sentindo o sol na pele, levando a vida do jeito que
ela gosta e eu aqui nesta cama...
Passei a vida inteira arrumando a casa e
julgando os outros e agora?                                           

                                                                     

São estas as lembranças importantes da sua "grande" vida? 



- O faqueiro, os pratos pintados, as taças de cristal,
as almofadas tão belamente arrumadas no sofá?

Eu jurei a mim mesma, naquele instante,
que nunca mais julgaria ninguém, que iria viver minha vida,
sentindo cada segundo do meu viver.

Que nunca mais iria me preocupar com a louça do banheiro,
com almofadas combinantes...

E que, a partir daquele instante, a minha
maior riqueza seriam MEUS AMIGOS, curti-los ao máximo.

E não importa como meus amigos se apresentam:
Alegres, tristes, solitários, cafajestes, esquerdistas,
direitistas, malucos ou, certinhos demais...

Por fim, também aprendi que não devo
julgar aqueles
que ainda não levaram suas "porradas",
que saem por aí julgando os outros, com preconceitos idiotas,
os "certinhos", os "donos da verdade" pois, eu também já fui assim.

Enfim, hoje venho agradecer a Deus 

por cada segundo vivido,
pelo bom dia que distribuo e
pelo quanto aprendi com "a saia da minha vizinha",
que tanto me incomodava. 

Cláudya Lessa  

Postado por Marisa Alverga






                                              Gabriel Perissé
Professores e professoras apaixonadas acordam cedo e dormem tarde, movidos pela idéia fixa de que podem mover o mundo. Apaixonados, esquecem a hora do almoço e do jantar: estão preocupados com as múltiplas fomes que, de múltiplas formas, debilitam as inteligências. As professoras apaixonadas descobriram que há homens no magistério igualmente apaixonados pela arte de ensinar, que é a arte de dar contexto a todos os textos. Não há pretextos que justifiquem, para os professores apaixonados, um grau a menos de paixão, e não vai nisso nem um pouco de romantismo barato. Apaixonar-se sai caro! Os professores apaixonados, com ou sem carro, buzinam o silêncio comodista, dão carona para os alunos que moram mais longe do conhecimento, saem cantando o pneu da alegria. Se estão apaixonados, e estão, fazem da sala de aula um espaço de cânticos, de ênfases, de sínteses que demonstram, pela via do contraste, o absurdo que é viver sem paixão, ensinar sem paixão. Dá pena, dá compaixão ver o professor desapaixonado, sonhando acordado com a aposentadoria, contando nos dedos os dias que faltam para as suas férias, catando no calendário os próximos feriados. Os professores apaixonados muito bem sabem das dificuldades, do desrespeito, das injustiças, até mesmo dos horrores que há na profissão. Mas o professor apaixonado não deixa de professar, e seu protesto é continuar amando apaixonadamente. Continuar amando é não perder a fé, palavra pequena que não se dilui no café ralo, não foge pelo ralo, não se apaga como um traço de giz no quadro. Ter fé impede que o medo esmague o amor, que as alienações antigas e novas substituam a lúcida esperança. Dar aula não é contar piada, mas quem dá aula sem humor não está com nada, ensinar é uma forma de oração. Não essa oração chacoalhar de palavras sem sentido, com voz melosa ou ríspida. Mera oração subordinada, e mais nada. Os professores apaixonados querem tudo. Querem multiplicar o tempo, somar esforços, dividir os problemas para solucioná-los. Querem analisar a química da realidade. Querem traçar o mapa de inusitados tesouros. Os olhos dos professores apaixonados brilham quando, no meio de uma explicação, percebem o sorriso do aluno que entendeu algo que ele mesmo, professor, não esperava explicar. A paixão é inexplicável, bem sei. Mas é também indisfarçável. Gabriel Perissé é doutor em Filosofia da Educação pela USP e autor do livro O professor do futuro (Thex Editora).

Postado por Marisa Alverga

sexta-feira, 11 de outubro de 2013

HOMENAGEM AO IMPERADOR



Por ocasião de uma viagem ao Estado do Paraná, D.Pedro II foi hospedado em Ponta Grossa, por um fazendeiro rude, mas trabalhador e leal.
Sem maiores cerimônias, ofereceu um almoço ao Monarca, e disse-lhe:
Senhor Imperador! Eu podia ter feito mais alguma coisa. Podia ter matado mais uma vitela, mais um peru. Mas preferi assinalar de outro modo a vossa passagem por esta terra, e a honra de vir a esta sua casa: libertei todos os meus escravos, cerca de setenta, e peço a Vossa Majestade o favor de lhes entregar as cartas de liberdade!
Ao voltar à corte, o soberano recebeu, do Ministro do Império, os decretos que identificavam as pessoas que o haviam homenageado durante sua excursão. Notou que, para aquele fazendeiro paranaense, havia sido guardado o título da Ordem da Rosa.
Isto é pouco para esse homem. Declarou o Imperador. Faça-o Barão!
Mas, Majestade, - questionou o Ministro, - ele é quase um analfabeto.
Pedro II fitou-o determinado e respondeu:
Não será o primeiro! Esse fazendeiro é um homem muito digno e tem este merecimento. Mande-me o decreto fazendo-o Barão dos Campos Gerais.
*   *   *
A História do Brasil nos traz esta passagem, que revela aos homens a melhor maneira de se homenagear seu Criador, seu Soberano: fazer o bem.
Deus não deseja homenagens vistosas, não deseja cerimoniais luxuosos, sacrifícios humanos. A forma mais bela de reconhecer Sua grandeza, de mostrar como somos gratos por tudo que somos, por tudo que temos, está no amor a Suas criaturas, Seus filhos.
O fazendeiro da história libertou seus escravos. Nós podemos, quem sabe, dar liberdade a quem amamos, procurando erradicar de nossas vidas o ciúme desequilibrado.
Ou doarmo-nos um pouco mais a quem precisa, concedendo alguns instantes de atenção a quem está ao nosso redor, procurando ouvir mais, procurando guardar um tempo em nossos dias atribulados para perguntar Como vai você?, e esperar pela resposta, realmente desejando saber como vai aquela outra vida, aquele próximo.
Não há homenagem mais bela a Deus do que praticar a Lei maior do Universo, a Lei de Amor.
Amando a criatura estaremos amando seu Criador.
*   *   *
Admirar, sentir, respeitar a natureza é uma das formas de louvar a Deus.
Procuremos, nos instantes do dia, quando nossos pulmões encontrarem os ares da manhã, fazer uma prece, agradecendo pela vida, por mais um dia, pelo espetáculo belíssimo das obras de Deus a inspirarem nossos corações, concedendo-nos a certeza plena de que estamos protegidos, e de que fazemos parte de um Universo perfeito.

Redação do Momento Espírita, com base no livro Chico Xavier, D.Pedro II e o Brasil, de Walter José Faé, ed. Cor.

OBS.  Adicionado por Marisa Alverga


sexta-feira, 20 de setembro de 2013

A HISTÓRIA DO PATO



A HISTÓRIA DO PATO


Havia dois irmãos que visitavam seus avós no sítio, nas férias.
Felipe, o menino, ganhou um estilingue para brincar no mato. Praticava sempre, mas nunca conseguia acertar o alvo.
Certa tarde, viu o pato de estimação da vovó... Em um impulso atirou e acabou acertando o pato na cabeça e o matou. Ele ficou chocado e triste!
Entrou em pânico e escondeu o pato morto no meio da madeira! Beatriz, a sua irmã viu tudo mas não disse nada aos avós.
Após o almoço no dia seguinte, a avó disse: "Beatriz, vamos lavar a louça"
Mas ela disse: " Vovó, o Filipe me disse que queria ajudar na cozinha". E olhando para ele sussurrou: "Lembra do pato?" Então o Felipe lavou os pratos.
Mais tarde o vovô perguntou se as crianças queriam pescar e a vovó disse: "Desculpe, mas eu preciso que a Beatriz me ajude a fazer o jantar." Beatriz apenas sorriu e disse, "Está bem, mas o Filipe me disse que queria ajudar hoje", e sussurrou novamente para ele, "Lembra do pato?" Então a Beatriz foi pescar e Filipe ficou para ajudar.
Após vários dias o Filipe sempre ficava fazendo o trabalho da Beatriz até que ele, finalmente não aguentando mais, confessou para a avó que tinha matado o pato.
A vovó o abraçou e disse: "Querido, eu sei... eu estava na janela e vi tudo, mas porque eu te amo, eu te perdoei. Eu só estava me perguntando quanto tempo você iria deixar a Beatriz fazer você de escravo!"
Qualquer que seja o seu passado, ou o que você tenha feito... (mentir, enganar, seus maus hábitos, ódio, raiva, amargura, etc ).... seja o que for... você precisa saber que DEUS estava na janela e viu tudo como aconteceu.
Ele conhece toda a sua vida ... Ele quer que você saiba que Ele te ama e que você já está perdoado. Ele está apenas querendo saber quanto tempo você vai deixar o diabo fazer de você um escravo.
DEUS só está esperando você pedir perdão, Ele não só perdoa, mas Ele se esquece. É pela graça e misericórdia de DEUS que somos salvos. Vá em frente e faça a diferença na vida de alguém hoje. Compartilhe esta mensagem com um amigo e lembre-se sempre: DEUS está na janela e sabe de tudo!
A vontade de DEUS nunca irá levá-lo aonde a Graça de DEUS não irá protegê-lo."
Você que está passando por alguma dificuldade com relacionamento, seja com o cônjuge, seja com os pais, com os chefes ou colegas de forma geral. Tenho um orientação a te dar:
Primeiro: Decida em seu coração querer resolver a situação e depois ore para que DEUS opere e conduza a oportunidade que com certeza vai acontecer.
Segundo: Chegue para dialogar com a pessoa pedindo perdão, fale que a pessoa é muito importante para você, e que os poucos momentos que você convive com ela são preciosos para serem desperdiçados com brigas. Acima de tudo, FALE A VERDADE, mesmo que você ache que assim fazendo vai afastar a pessoa, isso pode até acontecer mas você ganhará a liberdade de poder olhá-la nos olhos novamente e recomeçar um novo relacionamento seja ele qual for, quando se fala a verdade se ganha credibilidade, e é isso que falta nas pessoas de hoje.
Postado  por Marisa Alverga