segunda-feira, 17 de outubro de 2011

PROFESSORES APAIXONADOS

Professores e professoras apaixonadas acordam cedo e dormem tarde, movidos pela idéia fixa de que podem mover o mundo
Apaixonados, esquecem a hora do almoço e do jantar:
estão preocupados com as múltiplas fomes que, de múltiplas formas, debilitam as inteligências.
As professoras apaixonadas descobriram que há homens no magistério igualmente apaixonados pela arte de ensinar, que é a arte de dar contexto a todos os textos.
Não há pretextos que justifiquem, para os professores apaixonados, um grau a menos de paixão, e não vai nisso nem um pouco de romantismo barato.
Apaixonar-se sai caro!
Os professores apaixonados, com ou sem carro, buzinam o silêncio comodista,
dão carona para os alunos que moram mais longe do conhecimento, saem cantando o pneu da alegria.
Se estão apaixonados, e estão,
fazem da sala de aula um espaço de cânticos, de ênfases, de sínteses que demonstram, pela via do contraste, o absurdo que é viver sem paixão, ensinar sem paixão.
Dá pena, dá compaixão ver o professor desapaixonado,
sonhando acordado com aposentadoria, contando nos dedos os dias que faltam para as suas férias,
Mas o professor apaixonado não deixa de ser professar, e seu protesto é continuar amando apaixonadamente.
Continuar amando é não perder a fé, palavra pequena que não se dilui no café ralo, não foge pelo ralo, não se apaga como um traço  de giz no quadro.
Ter fé impede que o medo esmague o amor, que as alienações antigas e novas substituam a lúcida esperança.
Dar aula não é contar piada, mas quem dá aula sem humor   não está com nada, ensinar é uma forma de oração.
Não essa oração chacoalhar de  palavras sem sentido, com voz melosa ou ríspida. Mera oração subordinada, e mais nada.
Os professores apaixonados querem tudo.
Querem multiplicar o tempo, somar esforços, dividir os problemas para solucioná-los.
Querem analisar a química da realidade.
Querem traçar o mapa de inusitados tesouros.
Os olhos dos professores apaixonados brilham quando, no meio de uma explicação, percebem o sorriso do aluno que entendeu algo que ele mesmo, professor, não esperava explicar.
A paixão é inexplicável, bem sei.
Mas é também indisfarçável.

obs.  Desconheço a autoria
Postado por Marisa Alverga

terça-feira, 11 de outubro de 2011

SOPRE AS CINZAS

Quem feriu você já feriu e já passou.
Lá na frente encontrará o
inevitável retorno e pelas mãos de outrem será ferido também.
A Vida se encarregará de
dar-lhe o troco e você, talvez, jamais fique sabendo.
O que importa de verdade é o que você sentiu
e, mais importante, é o
que ainda você sente:
Mágoa? Rancor?
Ressentimento? Ódio?
Você consegue perceber
que esses sentimentos
foram escolhidos por você?
Somos nós que escolhemos o que sentir diante de agressões e de ofensas.
Quem nos faz o mal é responsável pelo que faz, mas NÓS somos responsáveis pelo que sentimos.

Essa responsabilidade tem a ver com o Amor que devemos e temos que sentir por nós mesmos.
O ofensor fez o que fez e o momento passou, mas o que ficou aí dentro de você?

Mágoa

- Você sabia que de todas as drogas ela é a mais cancerígena?
Pela sua própria saúde,
jogue-a fora.

Rancor

- Ele é como um alimento preparado com veneno irreconhecível: dia mais, dia menos, você poderá contrair doenças
de cujas origens nem suspeitará.

Ressentimento

- Pois imagine-se vivendo dentro de um ambiente constantemente poluído, enfumaçado, repleto de
bactérias e de incontáveis tipos de vírus: é isso que seu coração e seus pulmões estão tentando agüentar.
Até quando você acha que eles vão resistir?

Ódio

- Seus efeitos são paralisantes. Seu sistema imunológico entrará em conflito com esse veneno que com o tempo poderá colocar você face a face com a morte e talvez muito tarde você venha a perceber que melhor seria ter deixado que seu agressor colhesse os frutos do próprio plantio.
Por seu próprio Bem         e pelo seu Bem, perdoe.
O perdão o libertará e o fará livre para ser feliz.
Esqueça o mal que lhe foi feito.
Deixe que seu ofensor lembre-se dele através das conseqüências com que, certamente, virá a arcar.
Mude seu destino ... seja o
comandante da sua nau!

Escolha o melhor caminho
para sua "viagem"
E se outras vezes o ferirem, perdoe ...
Perdoe ... Como Cristo perdoou os que o crucificaram.
Que DEUS, em sua infinita bondade,
Cubra você e sua família de muita Paz,
Saúde e Prosperidade...

obs. Enviado por minha afilhada Iva Borba, a quem abraçamos e agradecemos pela participação e pelo carinho.
Postado por Marisa Alverga

sábado, 8 de outubro de 2011

O QUE É O AMOR?

Numa sala de aula, onde havia várias crianças, uma delas perguntou à professora:

Professora, o que é o amor?

A professora sentiu que a criança merecia uma resposta à altura da pergunta inteligente que fizera.

E como já estava na hora do recreio, pediu para que cada aluno desse uma volta pelos jardins da escola e trouxesse o que mais despertasse nele o sentimento de amor.

As crianças saíram apressadas e depois de alguns minutos voltaram à sala.

A professora esperou que todos se sentassem e, quando o silêncio se fez na pequena sala, cobrou a tarefa que lhes havia dado: Quero que cada um mostre o que trouxe consigo.

A primeira criança disse: Eu trouxe esta flor, não é linda?

A segunda falou: Eu trouxe esta borboleta. Veja o colorido de suas asas, vou colocá-la em minha coleção.

A terceira criança completou: Eu trouxe este filhote de passarinho. Ele havia caído do ninho junto com outro irmão. Não é uma gracinha?

E assim as crianças foram mostrando tudo o que tinham captado lá fora, que pudesse representar o amor.

Terminada a exposição, a professora notou que uma das crianças tinha ficado quieta o tempo todo. Ela estava muito envergonhada, pois nada havia trazido.

Então a professora se aproximou dela e lhe perguntou:

Meu bem, por que você não trouxe nada?

E a criança timidamente respondeu:

Desculpe, professora. Eu vi a flor e senti o seu perfume. Pensei em arrancá-la, mas preferi deixá-la para que seu perfume exalasse por mais tempo.

Vi também a borboleta, leve e colorida! Ela parecia tão feliz que não tive coragem de aprisioná-la.

Achei um passarinho caído entre as folhas, mas, ao subir na árvore, notei o olhar triste de sua mãe e preferi devolvê-lo ao ninho.

Portanto, professora, trago comigo o perfume da flor, a sensação de liberdade da borboleta e a gratidão que senti nos olhos da mamãe passarinho ao ver seu filhote de volta, são e salvo.

Como posso mostrar o que trouxe?

A professora agradeceu a todos e, olhando a criança de mãos vazias, disse-lhe:

Você foi a única criança que percebeu que só podemos trazer o amor no coração.

* * *

Se você já consegue perceber as belezas que Deus criou para enfeitar o planeta que nos serve de morada, não queira reter essas maravilhas para si somente, pois isso não é amor, é egoísmo.

Se você admira as flores, deixe-as no lugar em que estão, para que os outros possam sentir também o seu perfume e admirar sua beleza.

Se você se extasia contemplando a leveza dos pássaros a deslizar no ar, não os prenda em gaiolas, para que outras pessoas possam admirá-los também.

Se você aprecia ver os rios de águas cristalinas a correr por entre as pedras, não lhes polua o leito, para que outros olhos possam contemplá-los, igualmente.

Se você gosta de banhar-se nas águas limpas do oceano, não lhes turve a limpidez, para que todos possam usufruir dessa maravilha.

Se você se sente bem respirando ar puro, preserve-o para que todos possam desfrutar desse benefício.

E, por fim, lembre-se: o verdadeiro sentimento de amor só pode ser conduzido no próprio coração.


Reflexão - Momento Espírita 
Postado por Marisa Alverga
 

sexta-feira, 7 de outubro de 2011

A SUAVIDADE CONSEGUE ESCULPIR

O Mosteiro na margem do Rio Piedra está cercado por uma linda vegetação, verdadeiro oásis nos campos estéreis daquela parte da Espanha.

Ali, o pequeno rio transforma-se numa caudalosa corrente, e se divide em dezenas de cachoeiras.

Quem caminha por aquele lugar escuta a música das águas e encontra, de repente, uma gruta, debaixo de uma das quedas d´água.

Observando cuidadosamente as pedras gastas pelo tempo, as formas que a natureza cria com paciência, vê-se escrito numa placa, os seguintes versos de Rabindranath Tagore:

Não foi o martelo que deixou perfeitas estas pedras, mas a água, com sua doçura, sua dança, e sua canção.

Onde a dureza só faz destruir, a suavidade consegue esculpir.

* * *

A lição do poeta é de extrema profundidade.

Somente com suavidade, paciência e calma, conseguimos esculpir o nosso íntimo, realizando a reforma de nossas almas com o objetivo de encontrar felicidade.

Somente com suavidade, paciência e calma, conseguimos esculpir o nosso mundo, realizando sua modificação para melhor.

O martelo que destrói está nas críticas cruéis, nas palavras grosseiras que saem de nossas bocas e ferem a auto-estima das pessoas à nossa volta.

Enquanto a doçura da água está nos conselhos edificantes, na atenção e paciência com que ouvimos a alguém, nas palavras de estímulo, no elogio animador.

O martelo destruidor está no acúmulo da culpa em nosso coração, na auto-exigência desequilibrada, na falta de amor próprio.

A docilidade da água está na compreensão de nossas dificuldades, no auto-perdão, e na disposição constante para corrigir os nossos erros.

Em nossos dias, na análise de nosso comportamento, de nossas ações, lembremos sempre da delicadeza da água moldando as rochas através dos tempos.

Procuremos conquistar a paciência e a tranqüilidade, certos de que são virtudes dinâmicas, que nos fazem seres pacíficos.

Que as palavras do poeta indiano nos sirvam de guia, de inspiração:

Não foi o martelo que deixou perfeitas estas pedras, mas a água, com sua doçura, sua dança, e sua canção.

Onde a dureza só faz destruir, a suavidade consegue esculpir.

* * *

A suavidade, a delicadeza, são o amor expresso nas pequenas coisas, nos gestos aparentemente simples, mas que revelam nossa preocupação com o próximo.


Redação do Momento Espírita, com base em Yomaktub.

OBS. Postado por Marisa Alverga

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

VOAR SOBRE O PÂNTANO

Carlos Cuauhtémo Sánchez



“Um pássaro vivia resignado em uma árvore apodrecida no meio de um pântano.

Havia já se acostumado a estar ali, comia insetos do lodo e se encontrava sempre sujo por causa do barro pestilento.

Suas asas estavam atrofiadas por causa do peso das imundicies.

Certo dia, porém, um grande vendaval destruiu sua guarida; a árvore apodrecida foi tragada pela lama e então, ele se deu conta de que iria morrer.

Com o desejo instintivo de salvar-se, começou, com força, a bater as asas para empreender o vôo.

Custou-lhe muito trabalho, pois, esquecera como era voar, porém, agüentou a dor do corpo até que conseguiu levantar-se e cruzar o espaçoso céu, chegando finalmente a um bosque fértil e maravilhoso.'

Os problemas são como um vendaval que destrói o seu refúgio e obriga você a levantar o vôo ou a morrer.


Nunca é tarde. Não importa o que você viveu, não importa os erros que você cometeu, não importa as oportunidades que você deixou passar, não importa a sua idade, sempre estamos aptos para dizer BASTA, para ouvir o apelo para uma vida melhor, para sacudirmos a lama e voar ALTO, bem longe do pântano.

Postado por Marisa Alverga

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

UMA LENDA CHINESA

Era uma vez, uma jovem chamada Lin, que se casou e foi viver com o marido na casa da sogra.

Depois de algum tempo, começou a ver que não se adaptava à sogra.

Os temperamentos eram muito diferentes e Lin cada vez se irritava mais com os hábitos e costumes da sogra, que criticava cada vez com mais insistência. Com o passar dos meses, as coisas foram piorando, a ponto de a vida se tornar insuportável. No entanto, segundo as tradições antigas da China, a nora tem que estar sempre ao serviço da sogra e obedecer-lhe
em tudo.

Mas Lin , não suportando por mais tempo a ideia de viver com a sogra, tomou a decisão de ir consultar um Mestre, velho amigo do seu pai. Depois de ouvir a jovem, o Mestre Huang pegou num ramalhete de ervas medicinais e disse-lhe: "Para te livrares da tua sogra, não as deves usar de uma só vez, pois isso poderia causar suspeitas. Vais misturá-las com a comida, pouco a pouco, dia após dia, e assim ela vai-se envenenando lentamente.
Mas, para teres a certeza de que, quando ela morrer, ninguém suspeitará de ti, deverás ter muito cuidado em tratá-la sempre com muita amizade.

Não discutas e ajuda-a a resolver os seus problemas."
Lin respondeu: "Obrigado, Mestre Huang, farei tudo o que me recomenda".
Lin ficou muito contente e voltou entusiasmada com o projeto de assassinar a sogra.

Durante várias semanas, Lin serviu, dia sim dia não, uma refeição preparada especialmente para a sogra. E tinha sempre presente a recomendação de Mestre Huang para evitar suspeitas: controlava o temperamento, obedecia à sogra em tudo e tratava-a como se fosse a sua própria mãe. Passados seis meses, toda a família estava mudada. Lin controlava bem o seu temperamento e quase nunca se aborrecia. Durante estes meses, não teve uma única discussão com a sogra, que também se mostrava muito mais amável e mais fácil de tratar com ela. As atitudes da sogra também mudaram e ambas passaram a tratar-se como mãe e filha. Certo dia, Lin foi procurar o Mestre Huang, para lhe pedir ajuda e disse-lhe: "Mestre, por favor, ajude-me a evitar que o veneno venha a matar a minha sogra. É que ela transformou-se numa mulher agradável e gosto dela como se fosse a minha mãe. Não quero que ela morra por causa do veneno que lhe dou." Mestre Huang sorriu e abanou a cabeça: "Lin, não te preocupes.

A tua sogra não mudou. Quem mudou foste tu. As ervas, que te dei, são vitaminas para melhorar a saúde. O veneno estava nas suas atitudes, mas foi sendo substituído pelo amor e carinho que começaste a dedicar-lhe".


Para o Mestre dos Mestres as pessoas que mais nos dão dor de cabeça hoje poderão vir a ser as que mais nos darão alegrias no futuro. Invista nelas, cative-as, ouça-as, cruze seu mundo com o mundo delas.
Plante sementes. Não espere o resultado imediato. Colha com paciência.


Obs. Ignoro a autoria.
Postado por Marisa Alverga

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

JUIZ ILUMINADO

"Indaga-me, jovem amigo, se as sentenças podem ter alma e paixão.
O esquema legal da sentença não proíbe que tenha alma, que nela pulsem vida e emoção, conforme o caso.
Na minha própria vida de juiz senti muitas vezes que era preciso dar sangue e alma às sentenças.
Como devolver, por exemplo, a liberdade a uma mulher grávida, presa porque trazia consigo algumas gramas de maconha, sem penetrar na sua sensibilidade, na sua condição de pessoa humana?
Foi o que tentei fazer ao libertar Edna, uma pobre mulher que estava presa há oito meses, prestes a dar à luz, com o despacho que a seguir transcrevo:
A acusada é multiplicadamente marginalizada:
Por ser mulher, numa sociedade machista...
Por ser pobre, cujo latifúndio são os sete palmos de terra dos versos imortais do poeta.
Por ser prostituta, desconsiderada pelos homens, mas amada por um Nazareno que certa vez passou por este mundo.
Por não ter saúde.
Por estar grávida, santificada pelo feto que tem dentro de si.
Mulher diante da qual este juiz deveria se ajoelhar numa homenagem à maternidade,
porém que, na nossa estrutura social, em vez de estar recebendo cuidados pré-natais, espera pelo filho na cadeia.
É uma dupla liberdade a que concedo neste despacho:
liberdade para Edna e liberdade para o filho de Edna que, se do ventre da mãe puder ouvir o som da palavra humana,
sinta o calor e o amor da palavra que lhe dirijo,
para que venha a este mundo,
com forças para lutar,
sofrer e sobreviver.
Quando tanta gente foge da maternidade...
Quando pílulas anticoncepcionais, pagas por instituições estrangeiras, são distribuídas de graça e sem qualquer critério ao povo brasileiro...
Quando milhares de brasileiras, mesmo jovens e sem discernimento, são esterilizadas...
Quando se deve afirmar ao mundo que os seres têm direito à vida, que é preciso distribuir melhor os bens da terra e não reduzir os comensais...
Quando, por motivo de conforto ou até mesmo por motivos fúteis, mulheres se privam de gerar, Edna engrandece hoje este Fórum, com o feto que traz dentro de si.
Este juiz renegaria todo o seu credo, rasgaria todos os seus princípios, trairia a memória de sua mãe, se permitisse sair Edna deste Fórum sob prisão.

Saia livre, saia abençoada por Deus...
Saia com seu filho, traga seu filho à luz...
Porque cada choro de uma criança que nasce é a esperança de um mundo novo, mais fraterno, mais puro, e algum dia cristão...
Expeça-se incontinenti o Alvará de Soltura."


O artigo vem assinado pelo meritíssimo juiz João Batista Herkenhoff,
livre-docente da Universidade Federal do Espírito Santo.

Obs: Artigo enviado por Angelogim, a quem agradecemos pela participação.
PostaPostado  por Marisa Alverga

terça-feira, 20 de setembro de 2011

O HOSPITAL DO SENHOR

Uma pessoa que não estava se sentindo bem, há algum tempo, fez a seguinte declaração:

Todo ano faço um check-up para avaliação de minhas condições de saúde. Um dia desses, resolvi fazer um exame diferente e fui a um hospital muito especial. O hospital do senhor.

Queixei-me de cansaço da vida, de dores nas juntas envelhecidas. Falei do coração descompassado pelas muitas preocupações e da carga de obrigações que me competem.

Logo que cheguei minha pressão foi medida e foi verificado que estava baixa de ternura. Recordei que há muito tempo não estou fazendo exercícios nessa área. Havia esquecido da necessidade de expressar carinho com gestos pequenos, mas muito importantes.

Quando foi tomada minha temperatura, o registro foi de quarenta graus de egoísmo. Então me lembrei de como estou guardando coisas e mais coisas, sem dar nada a ninguém, mesmo quando campanhas fazem apelos pela televisão, rádio, jornais.

Sempre achei que alguém daria o suficiente e que eu não precisava fazer nada.

Fiz um eletrocardiograma e o diagnóstico registrou que estou precisando de uma ponte de amor. As veias estão bloqueadas por não ter sido abastecido o coração vazio.

Ortopedicamente foi constatado que estou com dificuldade de andar ao lado de alguém. É que tenho preferido andar a sós. Caminho mais rápido, sem que ninguém me atrase.

Também foi observado que não consigo abraçar os irmãos por ter fraturado o braço, ao tropeçar na minha vaidade.

Nos olhos foi registrada miopia. Isto porque não consigo enxergar além das aparências.

Examinada a audição, reclamei que não estava ouvindo a voz do Senhor e o diagnóstico foi de bloqueio em decorrência de uma enxurrada de palavras ocas do dia-a-dia.

A consulta não custou nada. Fui medicado e recebi alta. A receita que recebi foi para usar somente remédios naturais que se encontram no receituário do evangelho de Jesus Cristo.

Ao levantar, deverei tomar um chá de obrigado senhor para melhorar as questões referentes à gratidão. Ao entrar no trabalho, uma colher de bom dia amigo. De hora em hora, não posso me esquecer de tomar um comprimido de paciência, com meio copo de humildade.

Ao chegar em casa, será preciso tomar uma injeção de amor para melhorar a dificuldade de relacionamento familiar. Toda noite, antes de deitar, duas cápsulas de consciência tranqüila para que eu tenha um sono reparador.

Foi-me dada a certeza de que se seguir à risca toda a prescrição médica, não ficarei doente e todos os meus dias serão de felicidade.

O tratamento tem também um caráter preventivo. Assim, somente deverei morrer, por morte natural e não antes do tempo determinado.

O Evangelho pode ser considerado como a própria voz do Cristo a falar aos corações, chamando, chamando e conduzindo.

O Evangelho corporifica na Terra a palavra de Jesus. É ele mesmo que se apresenta de retorno, tomando os filhos e filhas da dor em seus amorosos braços para os conduzir para a luz gloriosa da verdade.

Como há dois mil anos, Jesus prossegue, através do Evangelho, a estender a esperança e o amor sobre toda a Terra, para todos os corações.

Redação do Momento Espírita

Postado por Marisa Alverga

segunda-feira, 19 de setembro de 2011

QUERO DIVIDIR COM VOCÊS ...

Relaxe...
  
1.         Caminhe de 10 a 30 minutos todos os dias e sorria enquanto caminha.



2.         Ore na intimidade com Deus pelo menos 10 minutos por dia, em segredo, se for necessário.

3.         Escute boa música todos os dias. A música é um autêntico alimento para o espírito.
4.         Ao se levantar de manhã, fale "Deus, meu Pai, Te agradeço por este novo dia".



5.         Viva com os 3 "E": Energia, Entusiasmo e Empatia.

6.         Participe de mais brincadeiras do que no ano passado.
7.         Sorria mais vezes do que o ano passado.



8.         Olhe para o céu pelo menos uma vez por dia e sinta a majestade do mundo que rodeia você.

9.         Sonhe mais, estando acordado.
10.      Coma mais alimentos que crescem nas árvores e nas plantas, e menos alimentos industrializados.



11.      Coma nozes e frutas silvestres. Tome chá verde, muita água e um cálice de vinho ao dia. Cuide de brindar sempre por alguma das muitas coisas belas que existem em sua vida e, se possível, faça em companhia de quem você ama.

12.      Faça rir pelo menos 3 pessoas por dia.
13.      Elimine a desordem de sua casa, seu carro e seu escritório. Deixe que uma nova energia flua em sua vida.



14.      Não gaste seu precioso tempo em fofocas, coisas do passado, pensamentos negativos ou coisas fora de seu controle. Melhor investir sua energia no positivo do presente.

15.      Tome nota: a vida é uma escola e você está aqui para aprender. Os problemas são lições passageiras, o que você aprende com eles é o que fica.
16.      Tome o café da manhã como um rei, almoce como um príncipe e jante como um mendigo.



17.      Sorria mais.

18.      Não deixe passar a oportunidade de abraçar quem você ama. Um abraço!
19.      A vida é muito curta para você desperdiçar o tempo odiando alguém.



20.      Não se leve tão a sério. Ninguém faz isto.

21.      Não precisa ganhar cada discussão. Aceite a perda e aprenda com o outro.

22.      Fique em paz com o seu passado para não estragar o seu presente.



23.      Não compare sua vida com a dos outros. Você não sabe como foi o caminho que eles tiveram que trilhar na vida.

24.      Ninguém está tomando conta da sua felicidade a não ser você mesmo.
25.      Lembre que você não tem o controle dos acontecimentos, mas sim do que você faz deles.


26.      Aprenda algo novo cada dia.

27.      O que os outros pensam de você não é de sua conta.
28.      Ajude sempre os outros. O que você semeia hoje, colherá amanhã.



29.      Não importa se a situação é boa ou ruim, ela mudará.

30.      O seu trabalho não cuidará de você quando você estiver doente. Seus amigos sim. Mantenha contato com seus amigos.
31.      Descarte qualquer coisa que não for útil, bonita ou divertida.



32.      A inveja é uma perda de tempo. Você já tem o que você precisa.

33.      O melhor está ainda por vir.
34.      Não importa como você se sente: levante, vista e participe.



35.      Ame sempre com todo o seu ser.

36.      Telefone para seus parentes frequentemente e mande emails dizendo: Oi, estou com saudades de vocês!
37.      Cada noite, antes de deitar, agradeça a Deus por mais um dia vivido.



38.      Lembre que você está muito abençoado para estar estressado.

39.      Desfrute da viagem da vida. Você só tem uma oportunidade, tire dela o maior  proveito. Lembre que você está muito abençoado para estar estressado.
40.        Envie esta mensagem às pessoas de  quem você gosta.

OBS. Desconheço a autoria
Postado por Marisa Alverga







quinta-feira, 15 de setembro de 2011

A REPUTAÇÃO


           Cansados de vagar sozinhos pelos infinitos caminhos da terra, encontraram-se um dia o Fogo, a Água e a Reputação. Satisfeitos com o encontro, um deles propôs, cordato:
           - Vamos viajar juntos?
           - Está combinado! Concordou o segundo.
           - Aceito, acudiu o terceiro.
           Começada a viagem em comum, cada um principiou a contar, singelo, os seus feitos. O Fogo, que era dos três o mais velho, narrava a sua viagem celeste, o efeito das suas cóleras desesperadas, que tudo devastava, destruía.
           Erguendo a sua voz musical e suave, a Água falou de si própria, historiando a sua vida subterrânea, as  lágrimas que chorava comovida pelos olhos cegos das fontes e, finalmente, falou a Reputação, aludindo a dependência em que estava permanentemente, da vontade e do capricho dos outros.
           Os companheiros concordaram e o Fogo insistiu:
           - Combinemos, pois, o meio de nos encontrarmos, quando algum de nós se extraviar.
           E por sua parte explicou:
           - Quando não me encontrardes perto de vós, levantai os olhos e examinai o horizonte: onde virdes fumaça, que é minha filha, ide nesse rumo , que aí estarei.
           - Se eu me afastar de vós – informou, por sua vez, a Água – baixai os olhos à terra, examinando o solo. Onde notardes a Umidade, que é minha irmã, cavai nesse lugar que me encontrareis.
           Dito isto, olharam ambos à Reputação, interrogando-a:
           - E tu, que sinal nos dás, para te procurarmos?
           A interpelada corou, confusa, tentando explicar:
           - A mim, quando vocês me perderem, não me procurem mais. E confessou, triste, com os olhos no chão: PORQUE AQUELE QUE ME PERDER, UMA ÚNICA VEZ, NUNCA MAIS ME ENCONTRARÁ!

Desconheço a autoria.
Postado por Marisa Alverga